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Como ficaria o futebol pernambucano se o coronavírus chegasse forte?

Assim como está ocorrendo com as maiores ligas do mundo, haveria paralisação. A diferença seria a bagunça para reorganizar

Carlyle Paes Barreto
Carlyle Paes Barreto
Publicado em 10/03/2020 às 14:31
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FELIPE RIBEIRO
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Por Carlyle Paes Barreto, da Coluna Planeta Bola

Indian Wells cancelado. Serie A paralisada. Champions, La Liga, Ligue 1 e Bundesliga com portões fechados ao público. NBA com restrição nos vestiários. Seja no tênis, futebol ou basquete, sem falar nas dezenas de competições adiadas em todo mundo, o coronavírus vem causando prejuízo milionário. E se ele chegasse com força no Brasil? E em Pernambuco? Aí a perda seria além da questão financeira.

 

Com calendário apertado, estrangulado até, o futebol pernambucano vive no limite. Sem margem para um problema maior. E em caso de um surto, ou mesmo precaução maior por conta dele, o futebol viveria um caos. Vide a final do Estadual de 2017, cujas finais foram decididas num hiato de 52 dias, entre o primeiro e o segundo jogo disputado por Sport e Salgueiro.

 

Uma paralisação ou mesmo adiamento de mais de uma rodada bagunçaria ainda mais as competições. Fazendo o Estadual avançar no Campeonato Brasileiro, o Nordestão correr em paralelo à Copa América. Nem fechando estádio a torcedor funcionaria, com aglomerações no lado de fora, até mesmo com briga entre organizadas. Com máscaras bem diferentes das usadas para evitar contágio.

 

Duvidam? Pode ser exagero. Mas é melhor se prevenir. De qualquer cancelamento e, claro, do próprio coronavírus.

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