adeus, maradona

O dia em que Maradona veio ao Recife enfrentar o Brasil

Contra a seleção brasileira, embates históricos. Expulsão na Copa de 82, colocando no bolso a Canarinho em 90. Banco no amistoso de 94, no Arruda, quando veio ao Recife para passear. E farrar.

Carlyle Paes Barreto
Carlyle Paes Barreto
Publicado em 25/11/2020 às 14:06
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''Já não são dois, mas três cavalos que correm para ganhar (o prêmio de melhor do mundo). Eu sabia que o Brasil não iria ficar de braços cruzados'', disse - FOTO: Foto: Divulgação
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Maior jogador da história da seleção argentina, camisa 10 que mais se aproximou a Pelé, Diego Armando Maradona driblou todos que passaram em sua frente. Zagueiros, treinadores, dirigentes, médicos, jornalistas. Muitas vezes com classe, outras nem tanto. Mas pisou na bola e caiu diante das drogas. Morreu deixando legião de seguidores, de adoradores. Que vão manter vivo o mito. O maior personagem do futebol.

Treinador, apresentador de TV, cantor, dançarino. Líder de seita religiosa. Maradona foi mais que um craque dos gramados. Defensor dos pobres, oprimidos, sempre militou junto a governos socialistas. Emprestando sua imagem para contrapor potencias capitalistas.

E apesar de todo ativismo, dos excessos que o levaram a várias internações, fica ainda a lembrança dos dribles curtos, dos belos gols. Da canhota impar.

Contra a seleção brasileira, embates históricos. Expulsão na Copa de 82, colocando no bolso a Canarinho em 90. Banco no amistoso de 94, no Arruda, quando veio ao Recife para passear. E farrar. No Mar Hotel, onde os argentinos ficaram hospedados, teve um andar inteiro à disposição. E não ficou apenas descansando.

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