ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

PT aciona 'freio de arrumação' para avançar com campanha de Lula

O primeiro acerto dos petistas foi convencer Lula a chamar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) de companheiro

Romoaldo de Souza
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Romoaldo de Souza
Publicado em 21/04/2022 às 8:03
RICARDO STUCKERT
Lula e Alckmin devem participar de ato público juntos - FOTO: RICARDO STUCKERT
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Enquanto a 3ª via não passa de uma articulação de 5ª categoria e a candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL) avança onde a esquerda dava como certo o apoio ao ex-presidente Lula (PT), um restrito grupo que tem acesso à agenda do candidato petista, e que muitas vezes consegue ser ouvido por ele, recomendou um freio de arrumação.  

O primeiro acerto dos petistas foi convencer Lula a chamar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) de companheiro. Só faltou a bandana vermelha na cabeça e tudo o que um disse do outro foi jogado para debaixo do tapete, certos de que um dia voltará, mas que não seja durante a campanha.

Outro comportamento que não será mais aceito no comitê da campanha do PT são as vaias para os aliados que no passado não rezaram na mesma cartilha, como as que foram dirigidas a Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e as prometidas a Danilo Cabral (PSB-PE) que votaram a favor do “impeachment” da presidente Dilma Rousseff (PT). Isso é passado. “Agora é hora de pensar em derrotar Bolsonaro”, defende a presidente da legenda, deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Pode ser que esse freio de arrumação faça Lula e os petistas descerem do salto alto. Será melhor para a política.

Pense nisso!

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