Policiais da Bahia têm primeira reunião para investigar Caso Beatriz

Publicado em 19/08/2016 às 14:52
Para ajudar na elucidação  da morte de Beatriz, seis promotores de Justiça passam a atuar no caso. Foto: Arquivo Pessoal
FOTO: Para ajudar na elucidação da morte de Beatriz, seis promotores de Justiça passam a atuar no caso. Foto: Arquivo Pessoal
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Caso Beatriz foi discutido entre policiais da Bahia e de Pernambuco nessa quinta-feira (18). Foto: Divulgação Caso Beatriz foi discutido entre policiais da Bahia e de Pernambuco nessa quinta-feira (18). Foto: Divulgação Policiais do Departamento de Homicídios da Bahia se reuniram nessa quinta-feira (18) com o delegado de Petrolina, Marceone Ferreira, e com a gestora de Polícia Científica de Pernambuco, Sandra Santos, para traçar estratégias e começar a colaborar com as investigações sobre o assassinato da menina Beatriz Mota, de 7 anos, dentro do colégio particular onde estudava. Mais de oito meses após o crime, o caso segue envolvido por mistério. Até agora, nenhum suspeito foi identificado. Por enquanto, apesar da repercussão nacional do crime, o delegado Marceone Ferreira não dá detalhes sobre as investigações. Sabe-se que mais de 160 pessoas, entre testemunhas e familiares da vítima, foram ouvidos pela polícia pernambucana. A expectativa é que o Departamento de Homicídios da Bahia reforce as buscas por pistas para identificar o assassino da menina e outras pessoas que podem estar envolvidas no crime. O Ministério Público de Pernambuco também acompanha o caso. Uma força-tarefa formada por seis promotores de Justiça participa das investigações. Uma das linhas de investigação é de que o crime pode ter caráter religioso, mas nenhuma outra linha está descartada. O crime Para ajudar na elucidação da morte de Beatriz, seis promotores de Justiça passam a atuar no caso. Foto: Arquivo Pessoal Para ajudar na elucidação da morte de Beatriz, seis promotores de Justiça passam a atuar no caso. Foto: Arquivo Pessoal O corpo de Beatriz Mota foi encontrado com uma faca cravada na barriga, durante festa de formatura no colégio onde ela estudava, em 10 de dezembro do ano passado. De acordo com a polícia, os pais da criança, que também estavam no evento, notaram o desaparecimento da menina e a chamaram pelo microfone do palco que estava montado na quadra do colégio. As pessoas se mobilizaram e formaram duplas para procurar pela menina, cujo corpo estava por trás de um armário no vestiário esportivo. De acordo com a perícia, ela não teria sido morta onde o corpo foi encontrado. Em fevereiro deste ano, a Polícia Civil divulgou um número de WhatsApp para que a população possa contribuir com pistas relacionadas às investigações do Caso Beatriz. Quem tiver vídeos ou fotos devem mandar para o número (87) 9.8137.3902. Leia Mais Caso Beatriz: resultados das perícias já estão com o delegado Após críticas, polícia decreta sigilo no Caso Beatriz

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