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VERÃO

Toda a majestade de São José da Coroa Grande: veja roteiro completo com fotos e vídeo

Piscinas naturais, mergulho na diversidade marinha, passeio de buggy, trilhas de quadriciclo, clubes de praia e gastronomia praieira de dar água na boca. Última cidade do Litoral Sul de Pernambuco investe para corresponder, com infraestrutura turística, ao que a natureza já se encarregou em erguer com capricho

Mona Lisa Dourado
Mona Lisa Dourado
Publicado em 13/12/2020 às 18:11
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Piscinas naturais são principal atrativo de São José da Coroa Grande - FOTO: MONA LISA DOURADO/JC
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Sem suspeitar do que estava por vir, São José da Coroa Grande anunciava uma série de investimentos no início deste ano. A ideia era fazer a cidade mais ao Sul do Litoral de Pernambuco deixar de ser apenas uma rota de passagem entre destinos consagrados, como Tamandaré e Maragogi. A pandemia jogou água na fervura, mas não conseguiu arrefecer os planos. Pelo contrário. A retomada da economia fez novos empreendimentos surgirem e outros mais tradicionais se renovarem para corresponder, com infraestrutura turística, ao que a natureza já se encarregou em erguer com capricho.

Uma das joias que despontam na região é a praia de Gravatá, até pouco tempo quase escondida dos visitantes. Somente em 2019, o lugar ganhou um acesso público por terra, a partir do km 14 da PE-60. Cerca de 2,3 km de um total de 7,5 km já estão prontos e a previsão é de que a obra seja concluída em junho do próximo ano, segundo a Secretaria de Turismo do município. Com a estrada, chegam também empreendimentos imobiliários e clubes de praia, que servem de base para um dia despretensioso à beira-mar ou para passeios aos bancos de areia e piscinas naturais repletas de vida marinha a apenas 800 metros da costa.

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Passeios de catamarã levam às piscinas e aos bancos de areia - MONA LISA DOURADO/JC

O mais novo deles é o Antônio, que leva o nome do chef de cozinha famoso em São José por ter ajudado a lançar diversos restaurantes. A generosa culinária praieira promete ser o maior chamariz do espaço, com destaque para o Peixe à Bromélia, guarnecido por dourado, atum ou cavala, camarão e lagosta, com legumes, pimentões coloridos, pirão, batata frita e arroz especial da casa.

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Igreja Matriz de São José recebeu iluminação especial neste fim de ano - MONA LISA DOURADO/JC
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Quartos da Vila Oriente abrigam de duas a quatro pessoas - MONA LISA DOURADO/JC
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Banheira de hidromassagem da Vila Oriente tem vista para o mar - MONA LISA DOURADO/JC
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Panelinha Villa Goyá é uma das especialidades da pousada, cujos proprietários são goianos - MONA LISA DOURADO/JC
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Pousada tem quartos com varanda de frente para o mar - MONA LISA DOURADO/JC
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Villa Goyá agora conta com piscina repaginada e dois restaurantes - MONA LISA DOURADO/JC
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Pousada Villa Goyá, na entrada de São José da Coroa Grande, acabou de ser reformada - MONA LISA DOURADO/JC
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Catamaran Pé na Areia Beach Club fica em frente às piscinas da Praia de Gravatá - MONA LISA DOURADO/JC
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Rio Persinunga marca a divisa natural entre Pernambuco e Alagoas - MONA LISA DOURADO/JC
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Ponte do Amor está no roteiro dos passeios de quadriciclo - MONA LISA DOURADO/JC
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Praça de Alimentação, no Centro da cidade, tem várias opções de comida de rua - MONA LISA DOURADO/JC
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Vivenda tem capacidade para receber 60 hóspedes, em 23 apartamentos, dois deles com banheira de hidromassagem - MONA LISA DOURADO/JC
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Miráculo conta com seis ambientes na beira da praia - MONA LISA DOURADO/JC
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Moqueca de camarão é um dos destaques do cardápio do Miráculo Beach Club - MONA LISA DOURADO/JC
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Café da manhã é servido de frente para o mar e recheado de delícias, como a 'tapioca da mainha' - MONA LISA DOURADO/JC
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Casa em miniatura e coelhinhos fazem a festa da meninada - MONA LISA DOURADO/JC
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Peixe à moda da Vivenda é carro-chefe da pousada - MONA LISA DOURADO/JC
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Águas mornas e tranquilas são a marca do sossego de São José - MONA LISA DOURADO/JC
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Vida noturna se resume ao centrinho em torno da Igreja Matriz de São José - MONA LISA DOURADO/JC
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Roteiros de quadriciclos leva a mirantes e à Ponte do Amor - MONA LISA DOURADO/JC
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Lanchas oferecem passeios privativos - MONA LISA DOURADO/JC
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Pousada Vivenda Oriente é a melhor opção de hospedagem de frente para o mar - MONA LISA DOURADO/JC
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Redário é providencial para a hora da siesta - MONA LISA DOURADO/JC
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Catamarã leva a piscinas naturais e a programas de mergulho - DIVULGAÇÃO
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Antônio é o mais novo receptivo na Praia de Gravatá - MONA LISA DOURADO/JC
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Cia. da Macaxeira é uma das opções para jantar à noite. Pizzas à base do tubérculo são especialidade da casa - MONA LISA DOURADO/JC
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Beach Club é ponto de partida para passeios na região - MONA LISA DOURADO/JC
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Clube de praia conta com estrutura de espreguiçadeiras, guarda-sóis e gazebos privativos - MONA LISA DOURADO/JC
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Pé na Areia Beach Club oferece conforto à beira-mar - MONA LISA DOURADO/JC
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Praia de Gravatá é uma das joias dos sete quilômetros de faixa litorânea - MONA LISA DOURADO/JC
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Nome de São José da Coroa Grande faz referência às croas (bancos de areia) que se formam na maré baixa - MONA LISA DOURADO/JC
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Transparência da água convida a nadar com os peixes - MONA LISA DOURADO/JC
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Dez catamarãs operam na região - MONA LISA DOURADO/JC
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Passeios de catamarã levam às piscinas e aos bancos de areia - MONA LISA DOURADO/JC
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Piscinas naturais são principal atrativo de São José da Coroa Grande - MONA LISA DOURADO/JC

A poucos metros do Antônio, está o Pé na Areia Beach Club, que reabriu no início de dezembro repaginado, com a entrada da Catamaran Tours na sociedade. O receptivo contou com investimento de R$ 1 milhão e agrega bar, restaurante, redário, parquinho infantil, gazebos privativos para até 10 pessoas, banheiros climatizados e toda a comodidade para o visitante passar o dia, das 9h às 17h. O valor do Day use varia de R$ 15 a R$ 25, a depender do dia da semana.

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Catamaran Pé na Areia Beach Club fica em frente às piscinas da Praia de Gravatá - MONA LISA DOURADO/JC

"A partir de conversas com os fundadores do espaço, vimos uma oportunidade incrível de expandirmos os negócios na região. O lugar e a infraestrutura são maravilhosos e nós entramos no projeto para dar um gás com toda a nossa expertise em passeios e em gestão de restaurantes e receptivos. Há dois meses iniciamos algumas reformas físicas e a implantação de novos passeios, de cardápio novo e de treinamento da equipe", explica Juliana Britto, diretora da Catamaran Tours, que mantém estrutura semelhante em Maria Farinha, no Litoral Norte, e no Recife.

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Casquinho de siri e caldinhos são as entradinhas preferidas no Pé na Areia - MONA LISA DOURADO/JC

O clube é ainda ponto de partida para passeios náuticos e de buggy por trilhas ecológicas da região. Os roteiros custam a partir de R$ 60.

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Clube de praia conta com estrutura de espreguiçadeiras, guarda-sóis e gazebos privativos - MONA LISA DOURADO/JC

A área de praia mais próxima ao Centro de São José também conta com novidades nesta temporada. Entre elas, o receptivo Miráculo, que abriga seis ambientes, todos com vista para o mar, em uma área de 4.200 m2. Além de bar e restaurante, há redário e lounges mais intimistas para grupos. Lojas de conveniência, esportes náuticos e moda praia serão inaugurados em breve. No cardápio, o destaque vai para as moquecas, como a de Camarão, bem servida e suculenta, como manda a receita clássica. Depois de comer e beber, com a brisa gostosa que sopra da praia, as redes espalhadas pelo clube fazem todo sentido. O espaço funciona a partir das 9h e também abre para o jantar.

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Miráculo conta com seis ambientes na beira da praia - MONA LISA DOURADO/JC

Vizinho ao Miráculo, também entre a pista e a praia, está o Restaurante Calamares, praticamente uma instituição de São José da Coroa Grande. Fundado em 1984, o Calamares recebe uma clientela fiel que visita o Litoral Sul ou está a caminho de Alagoas e busca por um padrão de qualidade garantido.

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As suculentas moquecas estão entre os destaques do menu do Calamares - DIVULGAÇÃO

O cardápio variado inclui desde moquecas, sinfonia marítima e um inigualável arroz de polvo até picanha na chapa. Mas é o Rolinho Pernambucano (massa de tapioca com gergelim, cream cheese e teriyaki) que faz os comensais suspirarem. Abre às 11h e também funciona no jantar.

Conforto é bom, mas imbatíveis mesmo em São José continuam sendo as águas morninhas e transparentes dos seus sete quilômetros de faixa litorânea.

EM BUSCA DE SUA MAJESTADE

Navegar é preciso em São José da Coroa Grande, seja para nadar com os peixinhos ou para descobrir curiosidades como a origem do nome da cidade. Até abril de 1962, o município pertencia à cidade vizinha de Barreiros e se chamava apenas São José, em referência ao santo padroeiro local. E a coroa grande? Basta se aproximar das piscinas naturais para matar a charada: a denominação é inspirada nas enormes croas, bancos de areia, que emergem nas marés baixas.

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Lanchas oferecem passeios privativos - MONA LISA DOURADO/JC

Foram os primeiros habitantes da região, os índios Caetés, que batizaram o lugar de “Puirassu”: “coroa grande” em tupi-guarani. Com a emancipação da cidade, finalmente o São José e a Coroa Grande se uniram.

De acordo com o porte das formações, é possível fazer a visita em jangadas, lanchas e até catamarãs. Três delas são as mais visitadas. A Prainha, chamada assim pela extensão, é a que costuma receber mais gente. É comum ver por lá grupos de amigos que levam cooler com bebidas e até espreguiçadeiras para passar parte do dia, como se estivessem mesmo à beira da praia.

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Transparência da água convida a nadar com os peixes - MONA LISA DOURADO/JC

Já a Lagoa Azul e Areinha, essa última de frente para a praia de Gravatá, são mais reservadas e impressionam pela cor e transparência da água. Como o fluxo de turistas ali é menor, não raro você pode ter a piscina de águas mornas todinha pra você. Um luxo! E que sai super em conta comparado a destinos badalados.
Os passeios custam a partir de R$ 40 e costumam durar entre duas e três horas, com paradas em três pontos.

MERGULHO NA BARREIRA DE CORAIS

Em algum momento da evolução, devemos ter perdido as nadadeiras e a capacidade de respirar sozinhos dentro d’água. Sim, o ser humano bem poderia ter vindo dos peixes. É o que se pensa ao mergulhar em paz, completamente adaptado ao equipamento, a ponto de esquecer que ele existe e se sentir parte do ambiente marinho.

Um dos lugares do mundo que proporcionam essa emoção única é a barreira de corais de 185 quilômetros que vai do Litoral Sul de Pernambuco ao Norte de Alagoas. No meio do caminho, em São José da Coroa Grande, a experiência se torna ainda mais especial, pela exclusividade. Só recentemente o mergulho com cilindro passou a ser oferecido nos arrecifes da região em 18 pontos mapeados até agora, o suficiente para garantir que você não cruze com outros mergulhadores, a não ser que queira.

Se observadas da superfície as piscinas naturais de São José já exibem uma profusão de vida, abaixo da linha d’água o santuário marinho revela-se uma festa, animada por peixes multicoloridos e até de dorso néon. Em todo o paredão, são quase 200 espécies. Sem falar nos corais de nomes e formatos inusitados, como boi, fogo e cérebro. Aqui e ali, cobras d’água, lagostas e arraias atravessam o caminho. Animais maiores, como tartarugas, não costumam adentrar os arrecifes nessa área.

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Mergulho de batismo é realizado a até 8 metros de profundidade - DIVULGAÇÃO

De dia, a incidência de luz e a transparência do mar encorajam a percorrer as grutas coralíneas, em busca de outros seres entocados na barreira. Para isso, é preciso um mínimo de experiência certificada e um instrutor que inspire confiança e segurança. Nesse quesito, Alexandro Galindo (99118- 0350) é dos melhores com quem já tive a oportunidade de mergulhar.

Desde setembro, com a retomada do turismo em Pernambuco, ele conduz passeios de batismo, como é chamado o mergulho para iniciantes, e também fornece toda a estrutura para mergulhadores autônomos, além de cursos, através da @Loucos_Por_Mergulho.

No primeiro caso, o programa dura duas horas e meia, incluindo tempo de instrução, adaptação na água e 30 minutos submerso a uma profundidade de até oito metros. Os horários mudam segundo a maré, indo de duas horas antes a duas horas após o ponto mínimo. Um diferencial é que também há batismo à noite. Custa R$ 180, com fotos e vídeo. Já para credenciados, o preço é de R$ 300, com duas caídas, dois cilindros e todo o equipamento necessário.

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Antes de cair na água, turistas recebem orientação sobre manobras e sinais básicos - DIVULGAÇÃO

As saídas são feitas em parceria com o catamarã @AmazôniaAzulTur, que também oferece passeios para as piscinas naturais e bancos de areia em uma embarcação de duplo deck, com vista panorâmica. O percurso inclui duas paradas e tem duração de duas horas e meia. Custa R$ 40 por pessoa.

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Catamarã leva a piscinas naturais e a programas de mergulho - DIVULGAÇÃO

No caso da rota do pôr do sol, das 15h às 17h30, ainda há o plus da música ao vivo. A partir de janeiro, estão previstos luaus a bordo. Na pandemia, a embarcação reduziu a capacidade de 60 para 40 pessoas. No caso do mergulho, a higienização já rigorosa dos equipamentos agora é reforçada com spray de álcool 70, para garantir diversão com responsabilidade. 

ADRENALINA GARANTIDA

Os roteiros de barco são os mais procurados, mas por terra a adrenalina também é garantida em São José da Coroa Grande nos passeios de quadriciclo e buggy. Ambos levam a mirantes no entorno da Praia de Gravatá. A diferença é que no primeiro você mesmo é o piloto. O percurso de 12 quilômetros é feito em cerca de uma hora. Pela @Quadriciclo_SaoJose_Oficial, custa R$ 140 por veículo para até duas pessoas.

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Roteiros de quadriciclos leva a mirantes e à Ponte do Amor - MONA LISA DOURADO/JC

Além de testemunhar do alto os encantos e o crescimento da região, o visitante se diverte com a parada na Ponte do Amor. A passagem de madeira, assim batizada por ser ponto de encontro de enamorados, cruza o Rio Una e adentra o mangue em um cenário bucólico.

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Ponte do Amor está no roteiro dos passeios de quadriciclo - MONA LISA DOURADO/JC

De buggy (entre R$ 150 e R$ 240), o roteiro costuma incluir a vila caiçara de Várzea do Una, com direito a visita ao museu que conta a história do lugar através de cartas náuticas, mapas, artefatos de trabalho de pescadores e canavieiros, além de réplicas em miniatura de embarcações e de uma locomotiva real. Algumas trilhas levam ainda, à Pedra Grande, na Fazenda São Francisco.

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Bugueiros também devem ser esclarecidos sobre cuidados para evitar contaminação da covid-19 - DIVULGAÇÃO

A tranquilidade vista de cima contrasta com o passado colonial efervescente daquelas paragens. Por meio de vagões puxados por locomotiva, a Central Açucareira Barreiros, no município vizinho, despachava a maior parte da produção de cana da Zona da Mata Sul até o Porto da Vila de Gravatá, de onde era escoado em barcaças por aquelas águas até o Recife, para seguir viagem ao Rio de Janeiro.

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Do alto da Pedra Grande tem-se a uma visão em 360 graus do encontro do Rio Una com o mar - DIVULGAÇÃO

Apenas com profissionais credenciados o visitante tem acesso ao lugar. Do alto da colina, descortina-se uma visão panorâmica do vale, que reúne em 360 graus o caudaloso Rio Una em seu traçado rumo ao mar, o verde dos coqueirais, os bancos de areia e pequenas ilhas fluviais.

No fim do dia, o passeio termina na foz do Una de frente para a Ilha da Fantasia, na verdade um banco de areia chamado assim pela população local porque eventualmente fica encoberto. Real é a beleza do pôr do sol ali.

HOSPEDAGEM

À beira-mar, bem em frente a várias piscinas naturais, a Pousada Vivenda Oriente é a melhor opção de hospedagem em São José da Coroa Grande, uma vez que o destino ainda não dispõe de grandes hotéis. Com duas piscinas (adulto e infantil) e uma área externa espaçosa, a Vivenda tem capacidade para receber 60 hóspedes, em 23 apartamentos, dois deles com banheira de hidromassagem.

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Pousada Vivenda Oriente é a melhor opção de hospedagem de frente para o mar - MONA LISA DOURADO/JC

Além do atendimento personalizado, a gastronomia é um dos diferenciais da pousada. O deleite vai do café da manhã, bem servido de delícias regionais, ao almoço e jantar estrelados pelos frutos do mar, como o delicioso Peixe à Moda da Vivenda, composto de filé de pescada amarela, risoto e legumes.

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Peixe à moda da Vivenda é carro-chefe da pousada - MONA LISA DOURADO/JC

Para relaxar depois de um dia de atividades na praia, também há serviço de SPA. Em dezembro, as diárias variam de R$ 360 a R$ 585 para o quarto duplo.

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Quartos da Vila Oriente abrigam de duas a quatro pessoas - MONA LISA DOURADO/JC

Na entrada da cidade, a Villa Goyá é outra alternativa. Recém-reformada, a pousada tem quartos amplos, piscina interna e dois restaurantes, que servem de delícias regionais a pratos típicos goianos, como a Panelinha Villa Goyá, mistura apetitosa de arroz, carnes, bacon, queijo e banana-da-terra.

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Villa Goyá agora conta com piscina repaginada e dois restaurantes - MONA LISA DOURADO/JC

A diária parte de R$ 200 (duplo). Nos fins de semana, o pacote inclui meia pensão e ainda conta com 10% de desconto.

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Panelinha Villa Goyá é uma das especialidades da pousada, cujos proprietários são goianos - MONA LISA DOURADO/JC

VIDA NOTURNA

Como em qualquer cidade pequena, a vida noturna de São José da Coroa Grande se resume ao centrinho em torno da bucólica Igreja Matriz de São José. Por ali estão algumas das opções para jantar à noite. Caso da Pizzaria Cia. da Macaxeira, onde a especialidade, como o nome entrega, são as pizzas com massas feitas à base de mandioca.

Agora em um espaço mais amplo, a casa ganhou decoração “instagramável”, que remonta à matéria-prima principal da casa. No cardápio, há 30 sabores disponíveis, com destaque para a de carne de sol e pimenta biquinho, com molho de tomate, cebola, azeitona e orégano.

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Cia. da Macaxeira é uma das opções para jantar à noite. Pizzas à base do tubérculo são especialidade da casa - MONA LISA DOURADO/JC

Para uma refeição mais informal, a cidade conta agora com uma praça de alimentação a céu aberto, com diversas opções de lanches rápidos e comida de rua.

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Praça de Alimentação, no Centro da cidade, tem várias opções de comida de rua - MONA LISA DOURADO/JC

Na sobremesa, aposte nos sabores inusitados da Gelatom Sorvetes Artesanais, que incluem de pitomba a macaíba (!).

Já o fim de noite pode ser no novo Carioca’s Bar, boteco moderninho inspirado no Rio de Janeiro, cidade de origem do proprietário, que promove programação musical nos fins de semana.

 

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