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VOOS

Especialistas apontam que a "normalidade" na operação aérea brasileira só deve ser verificada a partir de março ou abril deste ano

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) estima que a recuperação integral do setor só deve ser obtida até o fim de 2023

Leonardo Vasconcelos
Leonardo Vasconcelos
Publicado em 07/01/2022 às 7:00
BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
Aumento do fluxo de passageiros e voos no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freire. - FOTO: BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
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A "normalidade" no volume das operações aéreas brasileiras só deve ser verificada a partir de março ou abril deste ano. Isso é que acredita a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) levando em conta que em dezembro ela registrou média de 2.036 decolagens diárias, o que representa 84,7% da malha doméstica do início de março de 2020, quando a pandemia ainda não havia afetado fortemente o setor.

Nesse contexto, o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz, estima que a normalidade da operação aérea deverá ser verificada em março ou abril de 2022. No mercado internacional, os dados mais recentes disponíveis mostram que as companhias aéreas alcançaram, em dezembro, 41,1% da malha de voos internacionais em comparação com o período pré-pandemia. Neste caso, enfatiza Sanovicz, a recuperação integral deverá ser obtida até o fim de 2023.

“A ABEAR encerra com orgulho o ano de 2021, após atravessar o pior período da maior crise da história da aviação comercial brasileira. Mas é muito importante lembrar que para podermos obter uma retomada consistente é necessário enfrentar os custos estruturais, principalmente a alta do QAV e a tributação que ainda onera o setor e a sociedade”, diz Sanovicz.

 

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