Música

Itaú Cultural exibe mais de 50 pocket shows de artistas de todas as regiões do Brasil

Ao longo de 17 dias, projeto disponibiliza gratuitamente performances de diferentes gêneros musicais

Márcio Bastos
Márcio Bastos
Publicado em 12/01/2021 às 15:22
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ASHLLEY MELO/DIVULGAÇÃO
Cantor pernambucano Martins é uma das atrações da maratona de shows promovida pelo Itaú Cultural - FOTO: ASHLLEY MELO/DIVULGAÇÃO
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O Festival Arte Como Respiro, promovido pelo Itaú Cultural, encerra sua edição voltada para a música com uma maratona de pocket shows, de 15 a 31 de janeiro, sempre às 20h, no site da instituição. A programação é composta pelos últimos 51 artistas contemplados neste segmento, dentro da série de editais de emergência realizados pela instituição para apoiar artistas impactados pela suspensão social no contexto da pandemia do Covid-19.

Ao longo de 17 dias, serão três pocket shows diários, com artistas Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A proposta é mostrar um pouco da diversidade de ritmos do País, com representantes rock, rap, samba, jazz, forró, MPB e a música instrumental.

Cada performance, previamente gravada, permanece no ar por 24h para ceder lugar à próxima. Na abertura, no dia 15 de janeiro, tocam a banda Remobília (Brasília), a cantora baiana Josyara e o pernambucano Igor de Carvalho, que revela sua visão de mundo nas letras das músicas Samba de Todas as Crenças, Laço e Absurdo Ser Normal.

No sábado (16), as atrações são Vozmecê, do Mato Grosso do Sul, o cantor e compositor carioca Leo Middea; e o mineiro Ângelo Scarpelli. No domingo (17), o cantor alagoano Vitor Pirralho mostra sua poética que une o rap a batidas eletrônicas e elementos regionais e influências africanas e jamaicanas; o pernambucano Tonfil, que canta a capela suas canções autorais Ecos te mordam, Ciranda de Iemanjá e Vida em Marte Severina. Encerrando a noite, o mineiro Bruno Cupertino se apresenta ao lado do violonista Rafa Di Souza.

Dia 18, segunda-feira, o compositor pernambucano Valdir Santos mostra suas referências do forró nordestino nas músicas Menino de barro, Ô de casa e Cantador de Coco. A programação segue com a brasiliense Fernanda Cabra e a maranhense Dicy. Na terça-feira (19), Marina Iris, revelação da nova geração da música popular brasileira e do samba. Depois dela, é a vez da banda mineira Babadan, cm a proposta de combater o racismo por meio da música. Também de Minas Gerais, o jovem Higor Antunes mostra seu cotidiano em rimas influenciadas por Racionais Mc's e Mv Bill.

DE TODOS OS RITMOS

Em performance solo, o multi-instrumentista baiano Felipe Guedes, abre a programação de quarta-feira (20). Em seguida, se apresentam o compositor cearense Giuliano Eriston e o duo Camboatá, formado pelas musicistas Maboh e Naiara Lira. No dia 21, quinta-feira, tocam o compositor e violista mineiro Fabricio Conde, os artistas brasilienses, Fernando César e Bento Tibúrcio e o carioca Victor Ribeiro, com uma mistura de rock, jazz e música erudita.

Na sexta-feira (22), a noite é aberta com o paulistano radicado em salvador Leo Cavalcanti. Ele é seguido pelo cantor e compositor pernambucano Martins. Os paranaenses do Abacate Contemporâneo completam a programação. No sábado, 23, o pianista e arranjador carioca Leandro Braga mostra seu projeto Suíte dos Orixás, seguido pelo compositor potiguar Eduardo Taufic e o multi-instrumentista catarinense Gabriel Vieira.

Com referências que vão do rock ao hip hop, passando pelo eletrônico e pelo pop, o grupo pernambucano Torre inicia as exibições do dia 24. Em seguida, a compositora mineira Tamara Franklin e o grupo paraense Joana Marte. No dia 25, os destaques são a cantora baiana Luedji Luna, o compositor mineiro Makely Ka e o gaúcho Nei Lisboa. A programação completa está disponível no site do festival. 

Iniciado em julho de 2020, o Festival Arte como Respiro já exibiu, no site do Itaú Cultural, centenas de projetos de artistas de todos os estados brasileiros, das áreas de artes cênicas, música, artes visuais, audiovisual, literatura e poesia surda. 

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