RUPTURA

Debates discutem a Semana de Arte Moderna de 1922

Canal do Youtube vai trazer várias reflexões sobre o tema

Estadão Conteúdo
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Publicado em 07/04/2021 às 8:03
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As contas do instituto foram reprovadas em publicação do Diário Oficial. O relatório da comissão apontou, de maneira geral, três problemas na prestação de contas - FOTO: Foto: Divulgação
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No dia 11 de fevereiro de 1922, homens vestidos de colarinho alto, terno e colete de casimira e lãs inglesas acompanharam, no Theatro Municipal de São Paulo, o início da Semana de Arte Moderna, em que artistas pregavam a adoção de uma nova estética. Era um momento de ruptura ou, como declarava um de seus principais incentivadores, Oswald de Andrade, o objetivo declarado era "assustar a burguesia que cochila na glória de seus lucros".
Entre os dias 11 e 18 de fevereiro daquele ano, no Teatro Municipal de São Paulo, artistas de áreas diversas apresentaram obras que buscavam renovar na linguagem a partir da experimentação e também da "antropofagia", ou seja, buscar o que havia de novo na cultura do exterior, degluti-la e transformá-la em algo com feições brasileiras.
É sobre essas transformações que vai tratar o evento Semana de 22 - Tradição e Ruptura, que acontece nesta quarta, 7, pelo canal do YouTube da PUC de São Paulo. Trata-se de um primeiro evento de um calendário que promete outros, até chegar no ano que vem, quando se festejará o centenário da Semana de Arte Moderna.
 
Na quarta, 7, as discussões serão retomadas às 9h30, assim como outra mesa temática às 14h. Finalmente, às 15h30, acontece o encerramento, com participações variadas, desde os atores Cláudio Fontana e Rodrigo Mercadante até os performers Victor Abrahão e Maria Kowales
As inscrições gratuitas podem ser feitas no site da PUC (www.pucsp.br).
 

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