Reality Show

Polêmicas, recordes e reflexões: o resumo do Big Brother Brasil 21

Programa da TV Globo encerra temporada como mais um sucesso, mesmo com tanto barulho entre os telespectadores

Robson Gomes
Robson Gomes
Publicado em 03/05/2021 às 20:47
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Divididos entre famosos e anônimos pela segunda vez, o 'BBB21' fez uma edição histórica - FOTO: TWITTER/@REALITYSOCIAL/REPRODUÇÃO
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Quando a TV Globo anunciou, no início de janeiro deste ano, que a 21ª edição do Big Brother Brasil seria o "Big dos Bigs", antes mesmo da estreia, muitas pessoas acharam que o título soava presunçoso. Nesta terça-feira (4), 100 dias depois da estreia, quando o reality show faz a sua grande final, conclui-se que a frase de efeito foi mesmo posta em prática, encerrando uma edição que é, de fato, histórica sob muitos aspectos.

E antes que o público decida amanhã quem levará o prêmio máximo de R$1,5 milhão entre Camilla de Lucas, Fiuk e Juliette, vale a pena fazer um balanço de tudo o que o BBB21 provocou no grande público.

DEBATES

Considerado um programa de entretenimento "desprovido de conteúdo", o reality da TV Globo provocou vários debates através de pautas sociais. A cultura do cancelamento veio à tona mais uma vez devido aos altos índices de rejeição do público com os artistas Nego Di e Karol Conká em suas eliminações.

Com Juliette, o público viu a questão da xenofobia, onde a paraibana foi discriminada por alguns participantes em virtude de seu lugar de origem. O racismo, bifobia e pressão psicológica foram expostos de formas extremas em polêmicas que envolveram Lucas Penteado (que culminou em sua desistência), bem como o episódio da ofensa ao cabelo de João Luiz através de Rodolffo.

O carismático Gilberto e até Fiuk (que é hetero) foram alvos de homofobia na casa. E ainda se discutiu machismo e relacionamento tóxico através do casal Carla Diaz e Arthur.

RECORDES

Gerando bastante engajamento nas redes sociais, o BBB21 conseguiu quebrar alguns recordes praticamente 'inquebráveis' nessa edição. Além de atingir as três maiores rejeições da história com Karol Conká (99,17%), Nego Di (98,76) e Viih Tube (96,69%), o programa também teve o recorde de menor rejeição.

No mesmo paredão que Karol foi eliminada, o recorde de menor rejeição foi batido por Gilberto. O economista recebeu apenas 0,29% dos votos e consagrou-se como o participante com a menor porcentagem em uma votação na história do Big Brother. Ele conquistou o quarto lugar ao ser eliminado no último domingo (2).

Além disso, o programa quebrou o recorde mundial do próprio BBB, registrado no Guinness Book, em número de votos este ano: no paredão que eliminou Sarah, foram 654 milhões de votos.

BOM ELENCO

Pelo segundo ano investindo na divisão Camarote (famosos) X Pipoca (anônimos), o importante é que, para o bem e para a mal, o elenco rendeu "conteúdo e entretenimento" para os telespectadores.

O BBB21 também sai de cena como a edição das duplas, que consagrou alianças como Caio e Rodolffo, Arthur e Projota, João Luiz e Camilla, e na reta final, Fiuk e Gilberto.

No fim das contas, ainda como reflexo da pandemia, a "novela da vida real" prendeu o público por mais um ano. Virou assunto nas ruas e redes sociais. E o que antes parecia presunção, ao que tudo indica, o "Big dos Bigs", realmente, deu certo.

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