Michelle Bolsonaro o pode estar envolvida em esquema de CAIXA DOIS; confira ÁUDIO
Atualmente há investigações do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, sobre o caso.

Como revelou o portal Metrópoles, nesta sexta-feira (3), há supostas evidências que ligam a ex- primeira dama Michelle Bolsonaro às suspeitas de caixa 2 do ex-presidente Bolsonaro (PL) no Planalto.
Atualmente há investigações do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, sobre o caso.
Ainda segundo o jornal, foram coletados relatos, gravações e documentos com trabalhadores do Palácio da Alvorada, lugar em que morava a família presidencial.
Os relatos apontam como era o fluxo de dinheiro vivo entre o Palácio do Planalto e da Alvorada para bancar as despesas particulares da família Bolsonaro.
De acordo com as entrevistas, a equipe que prestava serviços à ex- primeira dama repassava recursos na sala do tenente-coronel do Exército Mauro César Cid, retratado como o ajudante do ex- chefe de Estado.
O tenente coronel do Exército é investigado pela suspeita de gerenciar o caixa 2 do palácio. O jornal conseguiu ter acesso à mensagem de Michelle Bolsonaro solicitando para que Cid autorizasse a retirada do valor.
Além disso, há também evidências de que Michelle recebia envelopes de dinheiro de Rosimary Cardoso Cordeiro, uma amiga íntima, que era assessora de gabinete de um senador bolsonarista.
Na última reportagem do Metrópoles sobre o caso, foi noticiado que Michelle usava o cartão de crédito de Rosimary, desde quando ambas trabalhavam em gabinetes da Câmara dos Deputados. Elas são amigas há mais de 15 anos.
Segundo a Polícia Federal, as faturas do cartão eram pagas com dinheiro vivo administrado por Cid.
O salário de Rosimary aumentou quando Michelle virou primeira-dama. No primeiro ano de mandato ela ganhava mais de R$ 6 mil, foi promovida e começou a ganhar R$ 17 mil.
Com o novo valor, passou a enviar encomendas regulares para a ex- primeira dama, como mostra o áudio:
Mensagens mostradas também apontam que Michelle buscava dinheiro com Cid quando precisava, com valores em espécie.
Uma despesa regular paga era a mensalidade do curso de arquitetura da meia-irmã da primeira-dama, Geovanna Kathleen, segundo o jornal.
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