AUTOMOTIVO

Empresa formada pela união dos grupos Fiat Chrysler e Peugeot Citroen vai se chamar Stellantis

Grupo FCA, que agrega marcas como Fiat e Jeep, vai passar a se chamar Stelantis a partir de 2021. A fusão com o grupo francês, anunciada no final do ano passado, criou o quarto maior fabricante de automóveis do mundo.

Edilson Vieira
Edilson Vieira
Publicado em 15/07/2020 às 19:23
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Alexandre Gondim/Arquivo JC Imagem
Programa Jovem Aprendiz da empresa terá dois anos de duração - FOTO: Alexandre Gondim/Arquivo JC Imagem
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O grupo ítalo americano FCA (Fiat Chrysler Automobiles), conhecido no Brasil por agregar marcas como Fiat e Jeep, deu mais um passo no processo de fusão com o grupo francês PSA (Peugeot Citroën). A partir do próximo ano, as duas empresas passam a ter um nome em comum: Stellantis.

Em dezembro de 2019, quando foi anunciado a fusão das duas empresas, a projeção era de que o resultado formaria o quarto maior fabricante de veículos do mundo em volume e o terceiro em receita. Baseado nos resultados financeiros de 2018, as duas empresas estimavam vendas anuais de 8,7 milhões de veículos, com receitas combinadas de aproximadamente 170 bilhões de euros. Obviamente os cálculos terão que ser refeitos por conta da pandemia do coronavírus que derrubou todo o mercado automotivo mundial.

MARCAS

As marcas que formam o grupo Stellantis (Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Dodge, Chrysler, entre outras) poderão compartilhar recursos, tecnologias, fábricas, serviços e futuros projetos de mobilidade. Em nota, o Grupo FCA informou que o nome Stellantis foi escolhido por sua raiz no verbo latino "stello", que significa "iluminar com estrelas". “O nome se inspira nesse novo e ambicioso alinhamento de marcas automotivas renomadas e fortes culturas empresariais que, ao se unirem, estão criando um dos novos líderes na próxima era da mobilidade, ao mesmo tempo em que preservam todo o valor excepcional e os valores de suas partes constituintes”, diz um trecho da nota.

A conclusão do projeto de fusão é esperada para ocorrer no primeiro trimestre de 2021, depois da aprovação pelos acionistas de ambas as empresas em suas respectivas assembleias gerais extraordinárias e o cumprimento de outros requisitos regulatórios.

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