BENEFÍCIO

Vai ter auxílio emergencial até o final do ano que vem? Veja tudo o que se sabe sobre a ampliação do pagamento

O auxílio emergencial, criado para amortecer os impactos econômicos da covid-19 sobre os mais vulneráveis, chega ao fim este mês

Estadão Conteúdo
Cadastrado por
Estadão Conteúdo
Publicado em 18/10/2021 às 23:18 | Atualizado em 19/10/2021 às 0:03
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Caixa Econômica Federal deu início ao pagamento da 7ª, e última, parcela do auxílio emergencial 2021 - FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Leitura:

Sob pressão para definir como ficarão as políticas sociais, o governo federal está resolvendo a extensão do auxílio emergencial, que chega ao fim neste mês de outubro. O anúncio final deverá ser feito ainda nesta semana.

"Se Deus quiser, resolveremos essa semana a extensão do auxílio emergencial", disse o presidente na cerimônia de lançamento do programa Jornada das Águas, em São Roque de Minas (MG). Atualmente, o auxílio emergencial, criado para amortecer os impactos econômicos da covid-19 sobre os mais vulneráveis, paga de R$ 150 a R$ 375 mensais. 

De acordo com o Estadão, há uma nova proposta que incluiria o Auxílio Brasil (substituto do Bolsa Família) e duas parcelas complementares, pagas uma dentro e outra fora do teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à variação da inflação.

Segundo o Estadão, a nova alternativa seria pagar o Auxílio Brasil no valor médio que cabe dentro do Orçamento atual do programa (R$ 35 bilhões), o que daria R$ 194,45, conforme parecer de mérito elaborado pelo Ministério da Cidadania obtido pelo Estadão por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Uma fonte do jornal informou que, além dessa parcela, haveria duas adicionais de cerca de R$ 100 cada, pagas ao mesmo público que receberá o Auxílio Brasil. O governo pretende beneficiar 17 milhões de famílias.

Uma das parcelas adicionais temporárias seria paga dentro do teto de gastos, com espaço aberto por meio da aprovação da PEC dos precatórios. A parcela do teto chegaria a R$ 300, a começar a partir de novembro. A segunda parcela, que faria o benefício total chegar a R$ 400, seria paga fora do teto de gastos, de acordo com interlocutores da ala política do governo.

Comentários

Últimas notícias