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Taco, cerâmica, porcelanato: não vá errar na hora de escolher seu piso novo

Na hora de definir o produto, é preciso identificar o fluxo de pessoas e o uso do ambiente em questão para escolher o material correto

JC360
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Publicado em 03/12/2021 às 8:13
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No Armazém Coral, na loja física ou online, o cliente encontra orientação especializada para fazer a melhor escolha - FOTO: TIÃO SIQUEIRA/JC IMAGEM
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Nem só de tintas e móveis novos vive a cabeça de quem quer dar novos ares à casa - piso também conta, e muito. Aliás, acertar nesse quesito significa economia de longo prazo, mesmo que o investimento imediato seja mais alto. Quem entende do assunto garante: vale a pena gastar mais para evitar que o erro saia ainda mais caro.

As arquitetas Luísa Tavares e Marcella Brandão assinam embaixo e defendem que escolher o piso de um ambiente apenas pelo quesito "preço", seja ele de casa ou do escritório, é um grande erro. "O famoso barato que sai caro. Como dificilmente será trocado com frequência, deve ser levado em consideração a qualidade do produto", comenta Luísa, relembrando que preço não é documento - nem sempre o mais caro é o melhor.

"Temos excelentes custos-benefícios, com boas qualidades. Um exemplo bom são os revestimentos do tipo B e C que os clientes acham que estão economizando, mas, na verdade, encontram muitas peças com defeito, quebradas, manchadas. Indicamos sempre tipo A, independentemente de marca ou preço", arremata.

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Arquitetas Luísa Tavares e Marcella Brandão orientam que nem sempre o piso mais caro é o melhor - TIÃO SIQUEIRA/JC IMAGEM

Na hora de escolher o produto, é preciso identificar o fluxo de pessoas e o uso do ambiente em questão para escolher o material correto, ensinam as arquitetas. "Pode ter mais ou menos resistência, ser antiderrapante ou não, entre outras especificações que dependem exclusivamente do local de aplicação", comenta Marcella.

Aparência também é primordial e decidir por texturas e acabamentos tem tudo a ver com a sensação que se quer passar no ambiente. “Dependendo do material escolhido podemos deixar um ambiente mais frio, indicado para escritórios, por exemplo, ou aconchegante, melhor para a sala de uma casa”, explica a arquiteta.

De olho no material

A aplicação de piso não pode ser uma “aventura”: é importante ter orientação especializada para escolher o revestimento e também para aplicá-lo. A dica é do presidente do Armazém Coral, Domingos Moreira Filho.

JAILTON JR./JC IMAGEM
Domingos Moreira Filho, presidente do Armazém Coral, defende a importância da orientação especializada - JAILTON JR./JC IMAGEM

“O básico nesta escolha é saber o tipo de material”, reforça. Afinal, se você aplicar no chão um revestimento ideal para parede, ele não vai aguentar o atrito, vai descascar e até quebrar. “O PEI 2 é para parede, o ideal é escolher um PEI 4 acima. A tendência, hoje, são pisos de dimensões maiores, a partir de 50 x 50. Com menos cortes, a aplicação é mais fácil”, explica. E se você busca praticidade, a tecnologia já minimiza sujeira e quebra-quebra. “Há a opção de argamassa piso sobre piso. Mas, mais que qualquer coisa, o bom resultado depende do profissional que está aplicando”.

No Armazém Coral, na loja física ou online, você encontra orientação especializada para fazer a melhor escolha. Segundo o gerente Diogo Maia, são 24 lojas para receber os clientes; no site, o frete é grátis para compras acima de R$ 400.

“Resistência, qualidade, durabilidade…”

Marcella e Luísa explicam que falar de “melhor piso” é relativo, mas os porcelanatos são campeões de indicações porque, no local correto, eles entregam resistência, qualidade e durabilidade.

“O erro vem sempre pela falta de conhecimento do material que está sendo utilizado. Às vezes a escolha é apenas pela beleza e não é levado em conta outros fatores. Por exemplo, o de porcelanato com acabamento polido dentro do box do banheiro não funciona. É um piso altamente escorregadio, por isso não é recomendado para áreas molhadas”, ensina Luísa.

E se você agora tá olhando para o piso sob o seus pés e pensando se é hora da troca, Luísa e Marcella orientam que é importante avaliar a situação do piso existente e também o seu tipo. “Às vezes, um simples trabalho de restauro pode deixar o piso antigo com uma cara nova, principalmente se forem revestimentos originais do imóvel. Nós, particularmente, gostamos muito de criar projetos com histórias”, conta Luísa. “Recentemente, fizemos um projeto que mantivemos um piso original de ladrilho hidráulico na casa e tiramos partido para todo o contexto geral do novo projeto, ficou incrível! Então tudo vai depender da personalidade dos clientes e da atmosfera que desejam ter no ambiente, atrelados com o uso e o estado de conservação do lugar”, ensina Marcella.

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