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Milton Bivar comenta desconfiança da torcida sobre possível novo pedido de licença do Sport

O presidente rubro-negro foi reeleito no último dia 9 com uma diferença de 38 votos

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Davi Saboya

Publicado em 28/04/2021 às 20:40
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Após quase dois meses, o clima vai acalmando no Sport depois de uma das eleições mais acirradas da história. Em entrevista ao Jornal do Commercio e Blog do Torcedor, o presidente eleito Milton Bivar disse que não leu ou escutou nenhuma crítica construtiva durante o período eleitoral. Questionado sobre a desconfiança e crítica de parte da torcida rubro-negra de que irá pedir uma nova licença, o mandatário do Leão tratou com naturalidade e destacou que até o novo estatuto aprovado no Conselho Deliberativo permite a medida.

"A licença é estatutária. Até no novo estatuto isso é previsto. Se eles estão pensando que sou burro de carga, eles estão enganados. Se eu ficar esgotado de novo, vou pedir licença. Até porque tenho do meu lado um baita e competente quadro, que é Carlos Frederico. Não tenho receio nenhum de pedir uma nova licença, caso seja preciso. Um, dois, três meses, o que for necessário. E digo mais, se meu médico orientar, eu vou pedir", comentou Bivar.

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Milton também salientou que o início do ano foi bastante turbulento na Ilha do Retiro. Após três adiamentos, a eleição aconteceu apenas no último dia 9 de abril. O presidente do Sport ganhou com uma diferença de 38 votos.

"De forma alguma. Se aproveitaram da situação. Sabe o que ele fizeram? A mesma coisa que pegar um sujeito, colocar no palco, ele vai lá e ficam falando que não sabe bailar, não consegue bailar direito, que fez só a obrigação. Tripudiaram de certa forma. De tudo do momento do clube. Tivemos que pagar dívidas, como o débito com o Sporting, e jogar sem o time completo", afirmou o mandatário.

Perdemos a classificação na Copa do Brasil, que foi terrível, com o time alternativo e aconteceu o que aconteceu. Mas eles não levaram em consideração. Perdeu e o cacete comeu. Nessa eleição aconteceu uma coisa terrível, que espero que não aconteça nunca mais no Sport. Três meses de eleição, mais do que qualquer campanha política no Brasil. Para presidente, não tem três meses", completou.

Bivar ainda revelou o legado que pretende deixar para o próximo comandante do Executivo do Sport. Ele foi reeleito para o biênio 2021-2022. "Será uma continuação do que planejamos no início de 2019. O caminho já está traçado. Quando eu sair, irei deixar um baita de um legado para o próximo presidente. Se tudo seguir como o planejado, deixarei o Sport em uma situação muito boa de quase, quase poder investir, ampliar o patrimônio", declarou.

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