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Ômicron faz empresários pedirem novas regras para cancelamento de eventos

Representantes dos setores de eventos e turismo têm pressionado o governo federal para que edite uma nova medida provisória com regras para o cancelamento de shows, festivais e outras agendas por conta do recrudescimento nos casos de covid-19

Alberto Bombig
Alberto Bombig
Publicado em 27/01/2022 às 7:00
PEXELS
O governo estadual também decidiu cancelar o ponto facultativo durante o Carnaval - FOTO: PEXELS
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Representantes dos setores de eventos e turismo têm pressionado o governo federal para que edite uma nova medida provisória com regras para o cancelamento de shows, festivais e outras agendas por conta do recrudescimento nos casos de covid-19. Reunião na terça, 25, com os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e João Roma (Cidadania) avançou no tema. O motivo da pressa é que a MP 1 036/2021, que desobrigava empresas de reembolsar consumidores desde que assegurassem a eles o direito de reagendar serviços adiados, caducou em dezembro. O governo manteve os braços cruzados e então uma onda de judicialização passou a ser apontada como realidade.

TÃO VINDO

Enquanto a pressão do setor aumenta, entre aliados do governo de Jair Bolsonaro a expectativa é de que o Palácio do Planalto sinalize uma solução para o problema antes da abertura do ano legislativo, na semana que vem.

FAZ ASSIM

Um dos principais articuladores da nova MP é o deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE), que esteve na reunião desta semana. "É uma medida urgente para dar segurança jurídica ao consumidor, ao fornecedor e aos empresários", disse.

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Do presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), Doreni Caramoni Júnior: "Vivemos um momento de insegurança causado por um vírus que não é culpa de ninguém. Justamente por isso existe a necessidade de que se regule a situação para evitar uma chuva de judicializações".

REAÇÃO

Após a Coluna revelar, ontem, ação do MP-PR contra o governo do Paraná pedindo suspensão do repasse de verba de indenização da Petrobras ao Estado por suposta destinação irregular dos recursos, a gestão de Ratinho Junior (PSD) afirmou que os projetos financiados têm aderência ao acordo judicial com a estatal.

REAÇÃO 2

O governo estadual justificou à Coluna que a readequação de estradas rurais, ao combater erosão, e a compra de equipamentos para tratamento de resíduos sólidos, ao tratar de lixo, carregam preocupações ambientais.

AVANCE

A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) aguarda a continuidade da notícia-crime sobre a conduta de Bolsonaro e do ministro Marcelo Queiroga na vacinação infantil. "Esperamos que se investiguem omissões que causaram risco para as crianças", disse a parlamentar.

ATACAR!

Agora de vez no Podemos, o MBL, do deputado Kim Kataguiri, deve colocar toda a força do seu exército digital nas pré-candidaturas de Sérgio Moro para o Palácio do Planalto e de Arthur do Val para o governo de São Paulo.

AGORA VAI

A entrada do grupo da sigla do ex-ministro da Justiça foi avaliada internamente como providencial para suprir a busca por engajamento de Moro nas redes, considerado ainda baixo.

PRONTO, FALEI!

Adriana Ventura

Deputada federal (Novo-SP)

"Orçamento chancela a hipocrisia da nossa política: R$ 5 bi de fundão e R$ 16 bi de emendas de relator expõem um Congresso completamente desconectado da realidade."

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