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Unicap Icam-Tech aposta em 'aprender fazendo' e parcerias com mercado

Transformações globais impactaram fortemente na educação, exigindo mudanças na forma de ensinar e aprender. Unicap Icam-Tech aplica na prática essas novidades, formando profissionais habilitados para os desafios do mundo global e multicultural.

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Publicado em 02/06/2021 às 8:55
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VICTORIA GAMA/TVJC
Andréa Câmara e Fernando Nogueira, da Unicap Icam-Tech, falam sobre o impacto das transformações globais na formação universitária - FOTO: VICTORIA GAMA/TVJC
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De que modo as transformações globais estão impactando a educação - e, por consequência, a formação profissional dos universitários? As faculdades estão adaptando suas formas de ensinar e essa adaptação implica em novas formas de aprender para os estudantes também? Essas foram algumas das questões a que Andréa Câmara, diretora da Unicap Icam-Tech, da Universidade Católica de Pernambuco, e Fernando Nogueira, coordenador da graduação em Engenharia da Complexidade da Unicap, responderam na TVJC realizada na última terça-feira (01/06).

"Desde o início deste século, a gente tem ouvido falar muito sobre as competências e habilidades necessárias ao profissional do futuro. Como ele vai se comportar diante de um mercado de trabalho tão competitivo, volátil, até um pouco incerto, como o que já vemos e que deve se acentuar dentro de 10 a 15 anos? Já sabemos que o aprendizado não deve mais acontecer a partir de conteúdos empíricos, com base apenas em teoria. O estudante deve aprender fazendo e isso tem grande repercussão na estruturação dos cursos, pois essa estratégia nos aproxima do mercado de trabalho, seja no setor público, privado ou mesmo no terceiro setor. Empresas e organismos lidam diariamente com problemas reais e essa abordagem passa a fazer parte do cotidiano universitário", explica Andréa.

Ela continua: "Esse profissional vai atuar em um mundo global e multicultural. Uma das habilidades a ser adquirida duranta a sua formação é a capacidade de lidar com diferenças de pensamento, de visão de mundo. Também é válido o desenvolvimento do pensamento crítico, a capacidade de agir em contextos incertos, com diferentes inputs, para trazer a melhor solução", exemplifica.

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A graduação em Engenharia da Complexidade é uma das que já nasceu dentro dessa nova perspectiva. Com duração de cinco anos, ela forma um profissional generalista, no sentido que oferece, dentro do currículo, assuntos relativos às engenharias mecânica, elétrica, eletrônica, de meio ambiente, de materiais, entre outras. "Isso dá ao estudante uma possibilidade muito mais abrangente de compreensão dos fenômenos de engenharia. Já a ideia por trás do uso da palavra 'complexidade' é a adoção de uma visão mais sistêmica, global, para verificar os sistemas, os processos e tudo o que envolve o relacionamento humano com a produção de tecnologia. Está muito distante da palavra 'complicado', porque é exatamente o contrário disso. Trata-se de uma maneira diferente de ver os problemas: em sua integralidade, sem separar partes em caixinhas", detalha Fernando Nogueira.

Para ter mais informações a respeito do curso de Engenharia da Complexidade e demais graduações oferecidas pela Unicap Icam-Tech, basta acessar portal.unicap.br

 Veja a íntegra do bate-papo na TVJC:

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