VIOLÊNCIA

Edifício sede do jornal argentino Clarín é atacado por coquetel molotov, nesta terça-feira (22)

O veículo repudiou a ação e definiu o ocorrido como "uma expressão violenta de intolerância contra um meio de comunicação"

Julianna Valença
Julianna Valença
Publicado em 23/11/2021 às 16:51
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Divulgação/Clarín
Câmeras de segurança registraram o momento da ação dos suspeitos. - FOTO: Divulgação/Clarín
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A sede do jornal argentino Clarín, em Buenos Aires, foi atingida por coquetel molotov, nessa segunda-feira (22). O ataque teria sido provocado por nove pessoas encapuzadas. O veículo repudiou a ação e definiu o ocorrido como "uma expressão violenta de intolerância contra um meio de comunicação".

Câmeras de segurança de outro imóvel da rua registraram o momento da ação na Rua Piedras. É possível ver que os suspeitos atravessam a rua e lançam algo em direção ao prédio, o que causa fogo. Segundo o veículo, pelo menos oito bombas foram lançadas.

Ainda de acordo com o jornal, o ataque foi registrado por volta das 23h05 pela equipe de segurança. Seis das bombas chegaram a explodir, mas não houveram feridos. “Os agressores lançaram bombas incendiárias do tipo molotov em uma das entradas do prédio, então fechado. Há uma investigação judicial em andamento para o ataque, o tribunal interveniente está analisando vídeos e realizando outras tarefas investigativas”, relatou o grupo empresarial em nota.

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Edifício sede do jornal Clarín após os ataques dessa terça-feira (23). - Divulgação/Clarín
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Edifício sede do jornal Clarín após os ataques dessa terça-feira (23). - Divulgação/Clarín
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Edifício sede do jornal Clarín após os ataques dessa terça-feira (23). - Divulgação/Clarín

O ministro da segurança do país, Aníbal Fernández, também condenou o ataque. "Espero que os autores sejam identificados e punidos", disse ele em uma rede social.

 

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