Fiscalização

Paulista toma medidas para impedir aglomeração de pessoas durante coronavírus

Uma operação foi realizada na "Feira do Troca" e uma loja de móveis foi interditada e autuada

Douglas Hacknen
Douglas Hacknen
Publicado em 10/05/2020 às 21:47
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Operação impede realização de feira do troca em Paulista - FOTO: DIVULGAÇÃO
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Operações conjuntas da Polícia Militar de Pernambuco e da Prefeitura de Paulista, no Grande Recife, foram realizadas neste fim de semana nos bairros de Paratibe e do Centro para evitar aglomerações e a abertura do comércio considerado não essencial na cidade. Os alvos das ações foram a chamada “Feira do Troca” e uma loja de móveis, e tiveram a intenção de fazer valer o decreto estadual de combate ao novo coronavírus. Apenas barracas voltadas para o ramo de alimentação e rações animais foram permitidas.

As operações fizeram parte de uma ação conjunta entre o 17° batalhão da PM; Corpo de Bombeiros; Lei Seca; e a Prefeitura do Paulista, através das Secretarias de Mobilidade e Administração das Regionais; e Desenvolvimento, Habitação e Meio Ambiente.

O tenente Batista, do 17° Batalhão da Polícia Militar, ressalta a importância da operação na 'Feira do troca', realizada neste domingo (10). “Essa operação consiste justamente em combater o comércio considerado não essencial, bem como evitar a aglomeração de pessoas neste período de isolamento social, afim de evitar a disseminação da covid-19”, concluiu.

A loja de móveis e eletro, localizada no Centro do município, foi interditada e autuada na manhã desse sábado (9). Dentro da loja haviam cerca de 20 clientes. O coordenador de operações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente do Paulista, Alexandre Gomes, informou que mais de 15 denúncias já haviam sido realizadas contra o estabelecimento.

Ele destacou ainda que outras irregularidades foram encontradas, como o alvará, o atestado da vigilância sanitária e a licença do Corpo de Bombeiros, que estavam com os prazos de validade vencidos. “Seguimos pedindo aos comerciantes que eles atendam ao decreto que determina o fechamento do que não é considerado essencial, já que o isolamento social permanece sendo importante para frear o avanço do vírus. Mesmo que eles estivessem com todos os documentos em dia, o que não é o caso desta loja, eles não poderiam estar em funcionamento, visto que a atividade que é exercida não é considerada essencial”, concluiu Alexandre.

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