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Marinha emite alerta de ventos de até 60 km/h na faixa litorânea de Pernambuco

O aviso é válido para a manhã da próxima segunda-feira (3) até a manhã da terça-feira (4)

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Publicado em 01/08/2020 às 20:04
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Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Desde o dia 18 de julho a marinha vem emitindo alertas - FOTO: Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
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Neste sábado (1°) a Marinha do Brasil emitiu um alerta de ventos de até 60 km/h na faixa litorânea de Pernambuco e outros estados do Nordeste. O aviso é válido para a manhã da próxima segunda-feira (3) até a manhã da terça-feira (4) e se estende para o norte de Salvador, Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte, ao sul de Natal. Já entre Caravelas e Salvador, na Bahia, os ventos devem chegar a 60 km/h já na noite deste domingo (2). 

A Marinha também alerta aos navegantes que consultem informações antes de irem para o mar. O último aviso havia sido emitido no dia 24 de julho. No dia 26 de julho, o Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) renovou o aviso até a noite do dia 28 de julho. 

Ventos fortes em alto-mar e ressaca marítima

Desde o dia 18 de julho, a Marinha do Brasil vem emitindo alertas de ventos fortes em alto-mar e ressaca marítima no litoral do Nordeste, incluindo Pernambuco. 

O previsor de serviço do Centro de Hidrografia da Marinha explicou que essas ondas também são normais e esperadas para os meses de inverno. Segundo ele, o primeiro critério para que um alerta seja emitido são os ventos atingirem em torno de 50 km/h no mar. "Algo fora do comum seria esses ventos atingirem, por exemplo, 80 km/h. Mas não é esse o caso", disse.

"Nessa época de inverno nós temos uma intensificação dos ventos alísios de que o sistema de alta pressão que fica no oceano fica mais forte, então os ventos ficam um pouco mais intensos na área marítima da região Nordeste. Quando esses ventos ficam com uma intensidade um pouco maior eles agitam o mar e as ondas podem chegar na costa. O critério para a gente passar um aviso de ressaca é quando as ondas atingem ou há a previsão de, pelo menos, elas chegarem a 2,5 próximo as praias que ficam mais desabrigadas", explicou.

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