ACIDENTE

"No que fomos ajudar, o enxame atacou todo mundo", relata vítima de ataque de abelhas em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife

O acidente aconteceu na manhã desta segunda-feira (30), em uma parada de ônibus próxima à Avenida Charles Darwin, no bairro de Boa Viagem

Julianna Valença
Julianna Valença
Publicado em 30/08/2021 às 14:44
Day Santos/JC IMAGEM
Edilene Souza, uma das quatro vítimas do ataque de abelhas, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. - FOTO: Day Santos/JC IMAGEM
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A comerciante Edilene Souza, uma das quatro vítimas do ataque de abelhas no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, falou à TV Jornal sobre o momento em que o acidente aconteceu. O quarteto estavam em uma parada de ônibus, próxima à Avenida Charles Darwin, na manhã desta segunda-feira (30), quando foram surpreendidos pelas abelhas.

>> Ataque de abelhas em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, deixa quatro feridos; veja vídeo

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Local onde houve ataque de abelhas nesta segunda-feira (30), no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. - Day Santos/JC IMAGEM
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Edilene Souza, uma das quatro vítimas do ataque de abelhas, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. - Day Santos/JC IMAGEM
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Edilene Souza, uma das quatro vítimas do ataque de abelhas, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. - Day Santos/JC IMAGEM

Por volta das 7h30, Edilene, que trabalha no local, relata que viu a primeira vítima, um idoso de 66 anos, sendo atacado. “Percebi o taxista correndo cheio de abelha, em minha direção, pedindo socorro. No que fomos ajudar ele, começou o enxame na gente e atacou todo mundo”, relatou. O idoso foi socorrido pelo Samu, para o hospital Hapvida, no Derby, na região Central do Recife.

O Corpo de Bombeiros e o Samu foram até o local para prestar socorro. Edilene foi atendida no local e assinou um termo de liberação. Além dela e do taxista, outras duas pessoas foram socorridas, uma para a UPA da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife, e não há informações sobre a outra.

De acordo com os bombeiros, no último domingo (29), a pracinha que fica próxima à parada de ônibus foi capinada, o que teria feito com que as abelhas ficassem na área. O local foi isolado pelos militares, mas liberado em seguida.

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