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Sarí é interrogada; paralisação de policiais civis; calamidade pública prorrogada. Comece o dia bem informado

Veja as principais notícias do Jornal do Commercio na manhã desta quarta-feira (15)

Vanessa Moura
Vanessa Moura
Publicado em 15/09/2021 às 7:50
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Sarí Corte Real, acusada pelo crime de abandono de incapaz com resultado morte de Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos - FOTO: Yacy Ribeiro/JC Imagem
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Caso Miguel: interrogatório de acusada, no Recife, terá reforço policial

A segunda audiência de instrução e julgamento relacionada à morte do menino Miguel Otávio Santana, de 5 anos, que caiu do nono andar de um edifício de luxo na área central do Recife, em junho de 2020, será nesta quarta-feira (15). A expectativa é de que a ré Sarí Corte Real, ex-patroa da mãe da criança, seja interrogada. Ela responde pelo crime de abandono de incapaz com resultado morte, já que estava responsável pela guarda de Miguel enquanto a mãe dele passeava com o cachorro da patroa. Por causa da repercussão do caso e da previsão de um ato pacífico em frente ao Centro Integrado da Criança e do Adolescente, onde está localizada a 1ª Vara de Crimes Contra a Criança e o Adolescente, haverá reforço policial.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) explicou que, além do interrogatório, estão previstos os depoimentos de duas testemunhas de defesa - uma ouvida será presencialmente e outra por videoconferência na comarca de Tamandaré. Após a fase de instrução, há as alegações finais do Ministério Público e da defesa, e por fim a decisão do juiz.

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Assim como ocorreu na primeira audiência, está proibida a entrada da imprensa no local.

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Miguel caiu de uma altura de 35 metros do edifício onde a mãe trabalhava e morreu no dia 2 de junho de 2020 - DAY SANTOS/JC IMAGEM

TJPE declara ilegal paralisação anunciada por policiais civis de Pernambuco

O desembargador Stênio Neiva Coêlho, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), atendendo a uma ação movida pela Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE), considerou ilegal a paralisação programada pelo Sindicato de Policiais Civis do Estado de Pernambuco (Sinpol) para esta quarta-feira (15). Em caso de descumprimento da liminar, deferida na noite desta terça-feira (14), haverá pena de multa diária de R$ 100.000,00, sem prejuízo das demais sanções administrativas, cíveis e criminais cabíveis. 

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O sindicato anunciou uma paralisação das 8h às 12h desta quarta (15), com a suspensão das atividades da Polícia Civil em todo o Estado. Depois do período, segundo o Sinpol, a volta aos trabalhos será dentro da operação padrão.

Divulgação/Sinpol
Em caso de descumprimento da liminar, haverá pena de multa diária de R$ 100.000,00 - Divulgação/Sinpol

Paulo Câmara prorroga até dezembro estado de calamidade pública em Pernambuco devido à pandemia de covid-19

O governador de Pernambuco prorrogou o estado de calamidade pública em todos os municípios do Estado e em Fernando de Noronha devido à pandemia de covid-19 no Estado. O decreto, publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (15) e assinado pelo governador Paulo Câmara (PSB), é válido por 90 dias, ou seja, tem validade até dezembro de 2021.

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Na justificativa, o governo apontou que a decisão levou em consideração, "em particular, que o coronavírus apresenta elevada taxa de mortalidade que se agrava entre idosos, pessoas com doenças crônicas e imunodeprimidas". A administração estadual considerou ainda "os impactos ocasionados, decorrentes das perdas significativas na economia do Estado".

Com a prorrogação do estado de calamidade, os órgãos estaduais permanecem sob a orientação de adotar as medidas necessárias para combater o estado de calamidade pública, inclusive, em conjunto com os 184 municípios pernambucanos.

TIÃO SIQUEIRA/JC IMAGEM
Paulo Câmara - TIÃO SIQUEIRA/JC IMAGEM

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