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Colombiana Shakira abriu os shows da abertura da Copa. Fotos: AFP
A cerimônia de encerramento da Copa do Mundo do Brasil, neste domingo, deixou uma impressão melhor do que a abertura do torneio, que foi alvo de uma série de críticas pelo excesso de simplicidade da apresentação. Mais enxuta e com um tempero mais brasileiro, o fechamento da Copa agradou.
Antes das apresentações musicais, o evento foi marcado por um desfile temático de mulatas, mestres-sala e porta-bandeiras. O cenário era uma grande bandeira do Brasil, colocada sob o gramado do Maracanã, palco da partida decisiva entre as seleções da Argentina e da Alemanha.
Fotógrafo da AFP focou no bumbum das passistas
Enquanto as porta-bandeiras empunhavam bandeiras dos países cujas seleções participaram da Copa, os mestres-salas estavam fantasiados de jogadores de futebol. Com uma fantasia dourada, simbolizando a taça da Copa, a porta-badeira da Grande Rio, Verônica Lima, era cobiçada pelos mestres-salas da Argentina e da Alemanha, que faziam embaixadinhas para atrair sua atenção.
Quase que simultaneamente entraram em cena o brasileiro Carlinhos Brown e a estrela colombiana Shakira, num animado dueto do hit “Dare (La La La)".
Em seguida surgiu o guitarrista mexicano Carlos Santana, em um trio com o músico haitiano Wyclef Jean e o brasileiro Alexandre Pires.
Ivete Sangalo entrou em cena ao lado de Pires cantando o samba “Explode Coração”, lançado em 1993 pela escola de samba carioca Acadêmicos do Salgueiro e muito cantado nos estádios brasileiros. A rainha do axé encerrou a festa com seu batido hit "Poeira".
Se dentro do campo, a seleção brasileira saiu da Copa pior do que entrou, o mesmo não se pode dizer das apresentações. Apesar de não ter sido um primor, o encerramento do torneio foi mais animado e eficiente que a abertura.