“Eu sou xingada todos os dias”, diz nova esposa de Guilherme de Pádua

Anneliese Pires
Anneliese Pires
Publicado em 15/04/2017 às 13:44
Juliana e Guilherme de Pádua /Foto: Reprodução
Juliana e Guilherme de Pádua /Foto: Reprodução
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Casada há um mês com Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato da atriz Daniella Perez, filha da autora Glória Perez, em 1992, a maquiadora Juliana de Pádua Lacerda, de 30 anos, falou pela primeira vez sobre a convivência com o marido à revista Veja. Ela contou que é insultada frequentemente por causa da sua relação com o ex-ator. “Sabia que haveria gente que acharia um absurdo. Eu sou xingada sempre, todos os dias. Da parte dos meus familiares e amigos próximos não houve rejeição alguma”.

Casados no civil desde o dia 15 de março, eles ainda não moram juntos, pois aguardam a cerimônia religiosa, no próxima dia 12. “Ele [Guilherme] me disse que o casamento cristão é muito sério, que não pode ser desfeito. Na verdade, ele nem poderia casar de novo, mas o conselho da igreja deu seu consentimento. Eu já tinha pensado bastante e estava mesmo disposta a ser esposa dele. Ele dizia que ia me fazer desistir, mas eu não desisti, porque senti que era isso que Deus queria para minha vida. Um dia a gente estava no sofá, e, do nada, ele me pediu a mão”, relatou.

Arquivo do casal Arquivo do casal

Desde que saiu da cadeia, em 1999, Guilherme de Pádua participa do grupo de evangelização da Igreja Batista da Lagoinha (MG). Foi lá, que há dois anos, conheceu Juliana. “Já sabia quem ele era na primeira vez em que o vi. Mas sempre lidei de forma tranquila com isso, pensando que ele era um irmão, alguém comum”, contou Juliana. “O que me encantou nele foi o carisma, a simpatia, o carinho para lidar com as pessoas, a inteligência – são várias as qualidades”.

Juliana de Pádua garantiu que está se relacionando com o novo homem, pois acredita que ele “se transformou” nos últimos anos. “Meu pai teve um pouco de receio, mas, quando conheceu o verdadeiro Guilherme, começou a gostar demais dele. As pessoas têm muito preconceito. Elas costumam se fixar no que aconteceu, ficar só naquela história, e não procuram compreender que ele se transformou: estou me casando com o Guilherme de Pádua atual, não com o do passado”.

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