Luisa Mell critica suposto uso de perfume de baleia por Rafa Kalimann, do "BBB20"; saiba mais sobre o produto

Romero Rafael
Romero Rafael
Publicado em 30/03/2020 às 19:40
Luisa Mell; Rafa Kalimann - Foto: reprodução do Instagram
Luisa Mell; Rafa Kalimann - Foto: reprodução do Instagram
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Luisa Mell, que se recupera da covid-19, publicou nos Stories do Instagram uma crítica ao perfume de baleia que tem sido assunto no "Big Brother Brasil 20". Isso porque, supostamente, a influenciadora digital Rafa Kalimann usa o produto - é o que disse outra participante, Gizelly, impressionada com o valor do perfume; algo em torno dos R$ 6 mil. No entanto, se Rafa, de fato, o usa, não se sabe, nem se custa esse preço.

"Parece que uma menina do 'Big Brother' falou que a outra usou um perfume de baleia. No Instagram, o pessoal estava discutindo o preço, como se isso fosse o que importa. Exploração animal. Eu estou sempre aprendendo, porque é sempre uma outra coisa que eu nunca tinha ouvido falar", disse Luisa Mell, em vídeo. "Parece que é encontrado no intestino. Eles matam a baleia pra fazer a porcaria desse perfume caríssimo!", continuou a apresentadora e ativista animal.

"A menina era uma das que eu achava legal, missionária na África", falou, ainda, Luisa Mell, em menção a Rafa.

Perfume de baleia existe?

De acordo com apuração da revista Galileu, o tal perfume de baleia é feito do vômito do animal da espécie cachalote e é comercializado com o nome "âmbar cinza". Trata-se de uma secreção gosmenta produzida pela vesícula biliar da baleia cachalote para envolver tudo o que ela engole e não consegue digerir, como conchas. A função da secreção, então, é proteger os órgãos internos dos objetos.

É recolhido boiando em alto-mar, tendo a baleia vomitado ou defecado, apresentando um odor parecido com o de esterco de vaca, mas que vai ganhando uma fragrância mais agradável com o passar do tempo, algo próximo ao cheiro de terra.

Pela dificuldade de recolher, mas também por uma decisão sustentável, de resguardar a baleia da espécie do risco de extinção, pesquisadores já desenvolveram um substituto artificial.

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