Após ser criticada por se proteger do coronavírus (isso mesmo!), Tatá Werneck deixa o Twitter

Romero Rafael
Romero Rafael
Publicado em 09/05/2021 às 12:35
Tatá Werenck e o marido, Rafa Vitti, na cerimônia de Paulo Gustavo - Foto: reprodução/
Tatá Werenck e o marido, Rafa Vitti, na cerimônia de Paulo Gustavo - Foto: reprodução/
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"O Brasil tá lascado." O bordão de Gil do Vigor no "BBB21" é um diagnóstico do País, infelizmente. Só isso para explicar os comentários no Twitter reprovando Tatá Werneck por ter ido com duas máscaras e face shield à cerimônia de cremação do corpo de Paulo Gustavo.

Houve comentário sugerindo que era para aparecer e também que seria medo de ser infectada pelo corpo do ator, que faleceu na última terça-feira (4) em decorrência da covid-10 e de suas consequências. Pura maldade. Ora, estamos numa pandemia, com alto número de infecções e mortes diárias. Há mais de um ano todos sabemos que, ao sair de casa, é preciso se proteger ao máximo do novo coronavírus. Foi o que Tatá Werneck fez. Mais correta impossível.

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A atriz e apresentadora chegou a conversar com um dos perfis que a atacou no Twitter. A apresentadora Ana Maria Braga defendeu Tatá Werneck: "Ela está CERTA! Errado é negar a gravidade dessa doença que já levou 400 mil vidas brasileiras".

Neste sábado (8), Tatá Werneck decidiu dar um tempo no Twitter. "Gente, vou dar um tempo do Twitter. Adoro ficar aqui conversando com vocês. Tem pessoas muito lindas e carinhosas aqui! Mas ver gente ridicularizando minha proteção, meu medo depois de perder um amigo e sobre a roupa que usei é difícil demais. Magoa muito quem já tá magoado", escreveu.

"E se quiserem me ridiculizar, mas eu estiver salvando a vida de alguém que vai passar a se cuidar, pra mim vale a pena. Beijos", completou Tatá Werneck.

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Gravidade

A pandemia da covid-19 segue, infelizmente, segue em alta no Brasil. Já são 421.484 mortes e 15.150.628 casos, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com informações das secretarias de Saúde, divulgado neste sábado (8). Da sexta (7) ao sábado (8) foram 2.091 mortes.

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