Preta Gil lamenta marca de uma semana sem Paulo Gustavo

Augusto Tenório
Augusto Tenório
Publicado em 11/05/2021 às 17:10
Paulo Gustavo e Preta Gil (Imagem: Reprodução/Instagram)
Paulo Gustavo e Preta Gil (Imagem: Reprodução/Instagram)
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A morte de Paulo Gustavo na última terça (4) continua a ser repercutida pelos fãs e colegas artistas. Preta Gil, após demonstrar sua revolta com o falecimento do humorista e das outras 422 mil vítimas de Covid-19 no Brasil, lamentou a marca de uma semana sem o amigo.

"Uma semana que você partiu da vida terrena e entrou pra vida eterna! Você está mais presente do que nunca em nos meu amor! (Já vejo ele falando, 'Preta tá repetitiva'). A força da sua generosidade do seu amor pela sua família e amigos, a força do seu talento e caráter essa força está em todos nós. Eu sinto você, converso com você e sei que essa sua força vai nos ajudar a seguir! Obrigada por tanto, obrigada por tudo", lamentou Preta Gil.

Nessa segunda (10), a cantora fez uma publicação sobre Paulo Gustavo e os outros brasileiros mortos por Covid-19. "É difícil aceitar que meu amigo irmão, Paulo Gustavo, morreu por conta de uma doença que existe vacina! Meu coração aperta toda vez que o noticiário de mortes é atualizado, milhares de famílias estão com esse mesmo aperto no coração que eu estou sentindo", comunicou.

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Ela compartilhou uma imagem com o texto "422 mil mortes" sobre um fundo preto. "Paulo, não era grupo de risco, Paulo teve acesso a todos os recursos para a recuperação e mesmo assim ele faz parte das mais de 420 mil mortes pela COVID. Não é brincadeira, não existe mais grupo de risco, todos nós estamos em risco!".

Ainda na publicação, ela alerta: "É impossível você que está indo para festas clandestinas ficar com a consciência tranquila em meio a tanta coisa acontecendo. Não temos nada a comemorar, muito pelo contrário. Não dá mais pra aceitar que as vacinações estejam acontecendo de maneira tão lenta, nosso direito à vida está sendo negado. Eu não aguento mais ver nosso país nesse caminho desolador, sem vacinas, sem investimento e com milhares de famílias tendo que enterrar todos os dias seus entes queridos".

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