Mostra "São João Cordel e Cangaço" está em cartaz no RioMar com objetos raros, pertences de Luiz Gonzaga e muito mais

ROMERO RAFAEL
ROMERO RAFAEL
Publicado em 14/06/2021 às 17:50
Ângelo Filizola, organizador e um dos curadores da mostra
Ângelo Filizola, organizador e um dos curadores da mostra "São João Cordel e Cangaço", recebeu no RioMar Recife Lúcia Pontes, diretora de Relações Institucionais do Grupo JCPM - Foto: Divulgação
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Ângelo Filizola, organizador e um dos curadores da mostra "São João Cordel e Cangaço", recebeu no RioMar Recife Lúcia Pontes, diretora de Relações Institucionais do Grupo JCPM, e mostrou de perto objetos raros, casas e igreja cenográfica; móveis, fotografias, xilogravuras, de J. Borges e José Costa Leite, além de pertences de Luiz Gonzaga, Dominguinhos e do famoso casal do cangaço Maria Bonita e Lampião.

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A visita foi uma viagem ao imaginário popular reunindo expressões máximas da arte e da música, sem faltar o cangaço. A mostra "São João Cordel e Cangaço" fica em cartaz até o dia 22, no Piso L3, com entrada gratuita.

Acervo

Marrom Brasileiro visitou a exposição - Foto: Divulgação

Parte do Acervo da Fundação de Cultura de Serra Talhada veio especialmente para a mostra "São João Cordel e Cangaço", incluindo os óculos de Lampião e a escrivaninha do fotógrafo sírio-libanês Benjamin Abrahão, que documentou o cangaço.

De Luiz Gonzaga e Dominguinhos há gibão e chapéu, dos acervos do biógrafo de Luiz Gonzaga, Paulo Vanderley, e da família do sanfoneiro Waldonys. Os mestres da xilogravura Costa Leite e J. Borges compartilharam matrizes de literatura de cordel e de xilogravuras, bem como ferramentas de seus ateliês.

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