Ao vivo, Samantha Schmutz dispara: "As pessoas estão vivendo no mundo de Nárnia"

Augusto Tenório
Augusto Tenório
Publicado em 17/06/2021 às 9:17
Samantha Schmutz no 'Saia justa' (Imagem: Reprodução/GNT)
Samantha Schmutz no 'Saia justa' (Imagem: Reprodução/GNT)
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Samantha Schmutz não fica em cima do muro, nem se esconde na sua sombra para fugir dos debates acerca da crise política, sanitária e social no Brasil. Por isso, já comprou brigas com colegas nas redes sociais e chegou a ser censurada. A atriz, porém, voltou e até mandou indireta para Luciano Huck. No Saia justa exibido ao vivo na noite dessa quarta (16), ela explicou seu comportamento no espaço público digital.

"Eu sempre me posicionei, desde o dia um é um governo que é contra a cultura, mas aí se posiciona quem quer. Mas nesta situação de vida e morte não é escolha", comenta Samantha Schmutz.

Apesar disso, a atriz conta ter começado a se colocar mais nas redes sociais após a morte de Paulo Gustavo. A comoção pela partida precoce do humorista vítima da Covid-19, para a artista, foi como se toda a sociedade sofresse com a morte de um parente próximo. Sua revolta, porém, atingiu o ápice ao ver o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) imitando uma pessoa sem ar.

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"Eu fiquei sem ar. É um desrespeito com as famílias. Fiquei imaginando as pessoas sofrendo nos hospitais, imaginei o Paulo cheio de tubo, de bruços, pra tentar respirar. As pessoas estão lutando pela vida. (...) Vamos agora dar um tempinho da palhaçada, da dancinha? (...) O assunto está muito serio", disparou Samantha Schmutz.

Ela ainda falou sobre a desconexão com a realidade por parte das redes sociais: "Eu passo em feeds e as pessoas estão vivendo num mundo de Nárnia, estão vivendo num mundo que não é o meu. Então até entendo elas não falarem, de repente estão em outro país. Não é possível ostentar, agora é cafona. Quem tem voz tem que falar".

Samantha Schmutz também recomentou silenciar, caso não queira parar de seguir, os perfis de pessoas que recusam se posicionar: "Não vou dar like, não vou dar engajamento pra quem eu estou vendo não se preocupar com o país".

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