Serial Killer

Lázaro era acobertado por organização criminosa, diz secretário

Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos, foi localizado e morto hoje, após troca de tiros, segundo a polícia

Do jornal Correio para a Rede Nordeste
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Publicado em 28/06/2021 às 14:14
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Divulgação/Polícia Civil
Lázaro Barbosa foi morto no dia 28 de junho em confronto com policiais da força-tarefa que fazia buscar por ele há 20 dias - FOTO: Divulgação/Polícia Civil
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O secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, disse nesta segunda-feira (28) que Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos, era acobertado por uma organização criminosa, que o ajudou durante os 20 dias de fuga no Distrito Federal e arredores. Em coletiva, Miranda afirmou que ainda há pessoas a serem presas. Um fazendeiro da região já está detido acusado de ajudar Lázaro.

“Ainda temos algumas pessoas para investigar e prender. Agora, sai a força intensiva e fica o trabalho investigativo até a gente ir até o último envolvido”, diz Miranda.

Lázaro foi localizado e morto hoje, após troca de tiros, segundo a polícia. Ao lado dele, foram encontrados cerca de R$ 4,4 mil. “Além da arma, ele foi encontrado com cerca de R$ 4,4 mil no bolso. Isso é mais uma prova de que tinha gente acobertando ele. O indicativo de dinheiro no bolso indica que, certamente, ele planejava fugir do estado ou até do país”, acredita.

O secretário disse ainda que Lázaro tinha ido até a casa da ex-esposa e da ex-sogra, em Águas Lindas, quando foi capturado. Imagens de segurança registraram ele caminhando em uma rua próxima da casa e a polícia fechou cerco na região no início da manhã. As duas estão sendo ouvidas pela polícia.

“Ele foi para se encontrar com elas (ex-esposa e ex-sogra). Nós estávamos monitorado e tentamos pegá-lo ali. Ele chegou a ameaçar policiais e dizer que se fossem atrás dele na mata iria dar tiro na cara”, explicou, na coletiva.

Lázaro fugiu para a mata e a polícia foi atrás. “Ele descarregou uma pistola contra os policiais. Com o esforço dessas forcas conjuntas, sem vaidade, impedimos ele que fugisse ou fizesse outras vítimas".

Agora, ele diz que há uma tranquilidade maior para a população, mas o trabalho de investigação continua. “As investigações não acabam aqui, mas o principal que seria o empresário (Elmi Caetano), que é chefe e líder da organização, e o psicopata (Lázaro Barbosa), não são mais problemas. Os chacareiros e a população daqui vão reestabelecer sua normalidade”.

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