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Ômicron: Belo Horizonte investiga se paciente vinda do Congo foi infectada pela variante

É o segundo caso suspeito notificado da variante ômicron: o primeiro é de um viajante vindo da África do Sul, que chegou em Guarulhos (SP)

Estadão Conteúdo
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Publicado em 29/11/2021 às 22:22
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Em Pernambuco, a positividade para a covid-19, que estava abaixo de 20% na última semana, chegou a 37% com o avanço da ômicron - FOTO: ILUSTRATIVA/PIXABAY
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Uma mulher recém-chegada do Congo testou positivo para o coronavírus no último domingo (28) após ter apresentado sintomas da doença desde o dia 22, em Belo Horizonte, quando procurou atendimento médico. O voo no qual ela estava embarcada saiu da África no dia 17, data em que a paciente alega ter apresentado um teste de resultado negativo para a covid-19 antes de sair do país de origem. Esse é o segundo caso suspeito notificado da variante ômicron: o primeiro é de um viajante vindo da África do Sul, que chegou em Guarulhos (SP).

Segundo a prefeitura da capital mineira, a paciente ainda não está vacinada contra o novo coronavírus e foi internada em leito de isolamento antes de ser encaminhada para o Hospital Eduardo de Menezes, no bairro de Bonsucesso, na zona oeste da cidade. Não há mais informações sobre seu estado de saúde. O voo no qual ela veio ao Brasil teria feito ainda uma conexão na Tunísia e a mulher teria desembarcado em São Paulo no último dia 20, mesma data em que chegou à capital mineira.

"A equipe da unidade realizou o atendimento conforme os protocolos, comunicou ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde, solicitou teste rápido, com resultado positivo, sendo solicitada a realização de genotipagem do vírus", informa a prefeitura. Ainda não é possível afirmar se ela foi infectada pela ômicron, identificada inicialmente na África do Sul e declarada como uma variante de preocupação pela Organização Mundial da Saúde na última sexta-feira.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o caso terá "acompanhamento permanente" da administração. Nesta segunda-feira (29), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, descartou antecipar o intervalo entre a 2ª dose e a injeção de reforço, hoje estipulado em cinco meses.

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