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Metroviários de São Paulo decidem sobre greve; veja quais linhas podem parar

Parte do metrô é operado pela iniciativa privada, que não tem relação com a negociação com o governo

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Rafael Carvalheira

Publicado em 17/05/2022 às 18:36 | Atualizado em 17/05/2022 às 21:39
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Os funcionários do metrô de São Paulo realizam nesta terça-feira (17) uma assembleia para decidir sobre a possibilidade de greve a partir desta quarta-feira (18). A paralisação já foi aprovada pelo Sindicato dos Metroviários e Metroviárias na última assembleia, no dia 12 de maio, mas contou com o agendamento de uma nova assembleia hoje para a deflagração do movimento paredista. 

Após assembleia realizada na noite desta terça-feira, os metroviários decidiram adiar a greve para 25/5.

"Nova assembleia será realizada em 24/5, no mesmo dia em que haverá audiência de conciliação no TRT-SP", informa o sindicato.

As principais reivindicações são o reajuste salarial, contratação de mais funcionários e a isonomia salarial, que garante a remuneração igual para os trabalhadores que exercem as mesmas funções.

Linhas que podem ser afetadas: 

No caso de São Paulo, o movimento paredista tem um particularidade, já que uma paralisação afetaria apenas as 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

As outras linhas em São Paulo são operadas pela iniciativa privada, ou seja, não têm relação com o governo. 

Greve no metrô do Recife

Na Região Metropolitana do Recife, os metroviários já decretaram estado de greve na última assembleia realizada. A principal reivindicação dos trabalhadores, no caso do Recife, são garantias em função da proposta, anunciada pelo governo do Estado de estatização do metrô para em seguida concedê-lo à iniciativa privada. 

 

 

 

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