PROMOTOR DE ITAÍBA

Quarto acusado pela execução do promotor Thiago Faria vai a júri popular

José Maria Domingos Cavalcanti teve o processo desmembrado dos demais acusados por no primeiro julgamento estar sem advogado

JC Online
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Publicado em 12/12/2016 às 13:02
Foto: Guga Matos/ JC Imagem
José Maria Domingos Cavalcanti teve o processo desmembrado dos demais acusados por no primeiro julgamento estar sem advogado - FOTO: Foto: Guga Matos/ JC Imagem
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O julgamento do 4º acusado pela execução do promotor Thiago Faria Soares, morto a tiros em uma emboscada na PE-300, no município de Itaíba, Agreste do Estado, começou nesta segunda-feira (12) e deve durar por pelo menos mais três dias. O caso está sendo analisado por um júri popular na sede da Justiça Federal, no bairro do Jiquiá, Zona Oeste do Recife.

José Maria Domingos Cavalcanti teve o processo desmembrado dos demais acusados por no primeiro julgamento estar sem advogado. Em outubro deste ano, quando mais duas pessoas foram condenadas no caso, o advvogado de José Maria não esteve presente na sede da Justiça Federal e foi multado em 30 salários mínimos.

Condenados

O fazendeiro José Maria Pedro Rosendo Barbosa, apontado como mandnte do crime, foi condenado a 50 anos e quatro meses de prisão. José Marisvaldo Vitor da Silva, que indicou a localização da vítima após o crime, recebeu como pena 40 anos e oito meses de prisão. Outro réu, Antônio Cavalcanti Filho está foragido e por isso ainda não foi julgado.

Durante a execução do promotor, dentro de um carro, estavam a noiva dele, a advogada Mysheva Martins, e o tio dela, Adautivo Elias Martins. 

A polícia concluiu que a motivação para o crime foi a disputa  pela Fazenda Nova, em Itaíba. Confira mais detalhes na matéria da Rádio Jornal.


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