ACIDENTE AÉREO

Todos os corpos de acidente de avião com Teori são resgatados

Ao todo, cinco pessoas morreram na queda do avião nessa quinta-feira (19), em Paraty

JC Online e agências
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Publicado em 20/01/2017 às 10:51
Reprodução/Twitter Aeroagora
Ao todo, cinco pessoas morreram na queda do avião nessa quinta-feira (19), em Paraty - FOTO: Reprodução/Twitter Aeroagora
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Atualizada às 11h12

Os corpos das cinco pessoas que morreram em um acidente envolvendo o avião onde estava o ministro Teori Zavascki, em Paraty, no Rio de Janeiro, foram resgatados. O acidente matou o ministro Teori Zavascki, a massoterapeuta Maira Ilda, a mãe dela  Maria Ilda, o empresário Carlos Alberto Filgueiras e o piloto Osmar Rodrigues.

O corpo de Teori, do empresário Carlos Alberto  e de uma das mulheres  foram resgatados na madrugada desta sexta-feira (20) e chegaram ao  Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis, no litoral sul fluminense por volta das 3h.

Segundo o Grupo Emiliano, Maira Ilda era massoterapeuta e prestava serviço ao empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, dono do Hotel Emiliarno, que passava por tratamento no ciático. A mãe dela estava em São Paulo visitando a filha e havia saído de Juína, no Mato Grosso. "Carlos Alberto as convidou para um fim de semana em Paraty. O Grupo Emiliano registra seus sentimentos e condolências para a família e amigos E informa que está prestando apoio e informações aos familiares", diz a nota.

Filho de Teori cobra uma investigação da morte do pai

O advogado Francisco Prehn Zavascki, filho do ministro Teori Zavascki, que morreu nessa quinta-feira (19), em Paraty (RJ), cobrou uma investigação da morte do pai e disse que nenhuma possibilidade está descartada. "É preciso investigar a fundo e saber se foi acidente ou não, que a verdade venha à tona seja ela qual for", afirmou à Rádio Estadão.

Francisco disse que a família está em contato com autoridades para acompanhar os desdobramentos das investigações. O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) já comunicaram que abriram processos para apurar as causas do acidente. "Ainda não parei para pensar, não deu tempo para pensar com mais calma nisso, mas não podemos descartar qualquer possibilidade. No meu íntimo, eu torço para que tenha sido um acidente, seria muito ruim para o País ter um ministro do Supremo assassinado", disse.

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