Cena Política

Polarização: Marília Arraes e Anderson começam a mostrar vantagem em pesquisas, seguidos por Danilo Cabral

Raquel Lyra tem mantido posição, mas não cresce. Miguel Coelho perde tração e a data das convenções se aproxima.

Igor Maciel
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Igor Maciel
Publicado em 04/07/2022 às 15:45
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Pré-candidatos ao governo do Estado - FOTO: divulgação
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Socialistas têm dito que Marília Arraes (SD) chegou ao teto. Parece ser verdade se você olhar os números das últimas pesquisas. Mas, é um teto com “pé direito” triplo.

Hoje, é difícil imaginar um cenário em que Marília Arraes (SD) não esteja no segundo turno. A equipe dela, inclusive, trabalha com a possibilidade real de que ela ainda vai ter variação negativa, de dois ou três pontos.

E “no segundo turno a eleição será outra”, dizem.

Raquel Lyra e Miguel Coelho

Mas, antes de decretar algo sobre o segundo turno, é preciso observar o comportamento de Raquel Lyra (PSDB) e Miguel Coelho (UB). Enquanto Danilo Cabral (PSB) e Anderson Ferreira (PL) estão crescendo, os ex-prefeitos de Caruaru e Petrolina perdem tração em pesquisas.

Se não reagirem, os votos de Raquel devem se dividir entre Danilo e Marília.

Os de Miguel vão para Anderson.

A posição de Miguel é mais complicada.

Raquel mantém a segunda colocação, ainda.

Já o sertanejo cai de terceiro para quinto.

Convenções

Botando um olho no calendário, é importante observar que já estamos em julho. Em pouco mais de três semanas teremos o prazo final para as convenções.

Se as pesquisas forem se sucedendo e confirmando o cenário que se apresenta, com Miguel em quinto, ele chega muito enfraquecido e pode ser abandonado por aliados.

Pensando nisso, apesar de também estar com dificuldades, Raquel não definiu vice e nem candidato ao Senado na própria chapa ainda.

Há alguns dias, a caruaruense repetiu a expressão sobre não ter “marcha a ré”.

Quis dizer que não desistirá.

E que tem espaço pra Miguel se ele quiser desistir.

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