Cinema

Suzane Von Richthofen e irmãos Cravinhos receberam dinheiro pelos filmes?

O caso voltou aos holofotes com o lançamento dos filmes A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais

Giovanna Torreão
Giovanna Torreão
Publicado em 28/09/2021 às 14:19
Divulgação/Amazon Prime Video
‘A Menina que Matou os Pais’ e ‘O Menino que Matou Meus Pais' - FOTO: Divulgação/Amazon Prime Video
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Na última sexta-feira (24), dois filmes sobre o assassinato dos pais de Suzane Von Richthofen foram lançados na Amazon Prime. O crime de repercussão nacional é abordado sob diferentes perspectivas nos longas "A Menina Que Matou os Pais" e "O Menino Que Matou Meus Pais". O primeiro é baseado no depoimento de Suzane, enquanto o segundo leva em conta o relato de Daniel Cravinhos.

Após a estreia dos filmes, algumas dúvidas sobre a produção foram levantadas por pessoas nas redes sociais. Uma delas é se Suzane e os irmãos Cravinhos se envolveram na produção dos longas e se  ganharam algum dinheiro por terem seus nomes envolvidos.

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A dúvida foi esclarecida por Raphael Montes, responsável pelo roteiro juntamente com a criminóloga Ilana Casoy, em entrevista ao portal UOL. De acordo com Montes, por tratar de um caso público, não foi preciso autorização ou contato algum com nenhum dos envolvidos no caso. "A Menina Que Matou os Pais" e "O Menino Que Matou Meus Pais" foram baseados nos autos do processo e, sendo assim, nenhum deles recebeu quantia alguma para a história ser contada.

Suzane Von Richthofen, inclusive, chegou a tentar barrar o lançamento das duas obras. O seu pedido, no entanto, foi negado pela Justiça. Os filmes, protagonizados por Carla Diaz (Suzana) e Leonardo Bittencourt (Cravinhos) e dirigido por Maurício Eça, contam detalhes dos possíveis motivos que levaram os três a cometer o crime.

Sentenças

Em 2006, Suzane von Richthofen e os irmãos Cristian e Daniel Cravinhos foram condenados pelas mortes de Manfred e Marísia Richthofen, em 2002, em São Paulo. Na ocasião, Cristian Cravinhos foi condenado a 38 anos e seis meses em regime fechado, enquanto os outros dois foram sentenciados a 39 anos e seis meses em regime fechado. Suzane está presa em regime semiaberto desde 2015. Já Daniel deixou a prisão em 2018, quando foi autorizado a cumprir o restante da pena em liberdade. Enquanto Cristian foi para o regime aberto em 2017, mas voltou para a prisão após ser condenado por corrupção.

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