Após ataque ao PL das FAKES NEWS, TELEGRAM e GOOGLE poderão ser investigados
Google e Telegram poderão ser investigados por crimes contra as instituições democráticas após campanhas contra a PL das fake news. PGR solicitou ao STF abertura de inquérito contra empresas de tecnologia

Após as plataformas digitais do Telegram e Google realizarem uma campanha contra o Projeto de Lei (PL) das Fake News, que visa criar uma regulamentação maior para as redes sociais, a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou a abertura de uma investigação ao Supremo Tribunal Federal (STF).
PGR PEDE INVESTIGAÇÃO CONTRA TELEGRAM E GOOGLE APÓS CAMPANHA CONTRA PL DAS FAKE NEWS
A situação ocorre após o Telegram colocar na tarde desta terça-feira (09) uma mensagem contra a PL das Fake News para os seus usuários. Já na quarta-feira (10), o ministro Alexandre de Moraes exigiu que a plataforma apagasse a campanha contra o projeto de lei e enviasse uma retratação.
Acumulado ao caso do Google, que também se mobilizou em uma campanha contra a PL das Fake News, houve a criação de uma notícia-crime por parte do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Lira indicou que as ações do Telegram e Google foram "contundentes e abusivas".
O argumento da PGR para o estabelecimento de um inquérito sobre as posturas das empresas de tecnologia sobre a PL das fake news é de que ambas "têm lançado mão de toda sorte de artifícios em uma sórdida campanha de desinformação, manipulação e intimidação, aproveitando-se de sua posição hegemônica no mercado" para manipular a opção pública por interesses econômicos.
A Câmara dos Deputados ainda argumentou de que a campanha das empresas prejudicou o sistema da Câmara, após o portal sobrecarregar e dificultar a realização dos trabalhos legislativos. Os parlamentares consideram que a postura do Telegram e Google possa se configurar como crimes contra as instituições democráticas e relações de consumo.
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