CARESTIA

Movimentos sociais fazem atos criticando os reajustes dos combustíveis e do gás de cozinha

O sindicato dos Petroleiros de Pernambuco e da Paraíba realiza eventos, nesta segunda-feira (1º) no Recife, para chamar a atenção sobre os aumentos constantes dos combustíveis e do botijão gás de cozinha

Angela Fernanda Belfort
Angela Fernanda Belfort
Publicado em 29/01/2021 às 14:18
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YACY RIBEIRO/ JC IMAGEM
Sindicato dos petroleiros promovem ato nesta segunda-feira (1º) criticando o aumento dos preços dos combustíveis e do gás de cozinha - FOTO: YACY RIBEIRO/ JC IMAGEM
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O Sindicato dos Petroleiros de Pernambuco e da Paraíba realiza na manhã da próxima segunda-feira, 1 de fevereiro, dois atos de solidariedade na Região Metropolitana do Recife criticando o aumento no preço dos combustíveis e do botijão do gás de cozinha. O primeiro acontece no bairro de Prazeres, Jaboatão dos Guararapes, em um posto de combustível, nas margens da BR-101, a partir das 6 horas, quando os petroleiros vão se juntar a campanha “Mãos Solidárias/Periferia Viva". Eles vão promover um café-da-manhã junto aos caminhoneiros em solidariedade à greve desta categoria que está prevista para iniciar nesta segunda-feira (1º).

>> Com três aumentos em menos de 30 dias, preço da gasolina chega a R$ 5 o litro no Recife

Os sindicalistas e os cidadãos que fazem parte dos movimentos acima vão, nesta segunda-feira (1º) fazer outro ato de solidariedade na Comunidade do Papelão, localizada no bairro de São José, atrás da Estação Recife do Metrô. Lá serão entregues 50 botijões de gás de cozinha para famílias que moram na localidade.

O aumento, principalmente, do preço do diesel tem irritado os caminhoneiros. A gasolina alcançou R$ 5,00  o litro nos postos de combustíveis do Recife com o último reajuste desta semana. Ambos, contribuem para um aumento generalizado de preços, que se chama inflação, porque, no Brasil, grande parte das mercadorias usa o transporte rodoviário. 

A primeira greve dos caminhoneiros durou 11 dias e ocorreu em 2018 no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), provocando prejuízos enormes à economia brasileira, inclusive com desabastecimento de gás de cozinha e combustíveis. Também impactou a indústria que produziu menos neste período.  


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