JOGOS OLÍMPICOS

Primeiro evento-teste dos Jogos de Tóquio é adiado por dois meses

Programada para acontecer de 4 a 7 de março em Tóquio, o evento de nado sincronizado, que servirá como um torneio de classificação e reunirá nadadoras de dez países, será realizado de 1º a 4 de maio

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Publicado em 28/01/2021 às 9:15
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Olímpiadas estavam inicialmente marcadas para 2020, mas foram transferidas para julho de 2021 por conta da pandemia do coronavírus. - FOTO: AFP
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O primeiro teste de 2021 para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que devem começar em julho, foi adiado por dois meses, devido a restrições estabelecidas pelo Japão para lutar contra a pandemia do coronavírus - disse a organização nesta quinta-feira (28).

Programada para acontecer de 4 a 7 de março em Tóquio, o evento de nado sincronizado, que servirá como um torneio de classificação e reunirá nadadoras de dez países, será realizado de 1o a 4 de maio, no Centro Aquático da capital japonesa.

A organização de Tóquio-2020 declarou que a decisão de adiar a prova foi tomada para "garantir as condições mais igualitárias possíveis para a participação dos atletas" e respeitar as restrições de viagem em vigor no Japão.

O comitê para Tóquio-2020 reforçou que outras provas de classificação continuarão a ser realizadas no Japão, como o Mundial de Saltos Ornamentais, em abril, e a Maratona Aquática, em maio.

Agora, a primeira prova de 2021 será o rúgbi em cadeira de rodas, dos Jogos Paralímpicos, em 3 e 4 de abril.

O adiamento do nado sincronizado, que seria a primeira prova em meio às medidas anticovid, foi anunciado ontem por vários jornais locais, mas nem a Federação Internacional de Natação (Fina), nem o comitê de organização de Tóquio-2020 haviam tomado a palavra.

No momento, as fronteiras do Japão se encontram fechadas para quase todos os estrangeiros. O estado de emergência está em vigor em Tóquio e em outras partes do país pelo menos até 7 de fevereiro.

Inicialmente, os atletas que viajariam para o Japão para se preparar para esta edição dos Jogos estavam isentos da proibição de entrada, mas o governo revogou esse privilégio no início de janeiro.

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