OPERAÇÃO

Polícia mira organização suspeita de sequestro, tortura e outros crimes em Pernambuco e São Paulo

Operação acontece nesta terça (27); investigações começaram após sequestro no qual resgate foi pago em criptomoedas

Vanessa Moura
Vanessa Moura
Publicado em 27/04/2021 às 7:27
Divulgação/PC
Para cumprir a operação nesta terça, 35 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães foram empregados - FOTO: Divulgação/PC
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A Polícia Civil de Pernambuco (PC-PE) cumpre, nesta terça-feira (27), oito mandados de prisão e 13 mandados de busca e apreensão domiciliar na capital pernambucana, nos municípios de Belo Jardim, Sanharó e São Bento do Una, no Agreste, e em São Paulo. O objetivo da operação é identificar e desarticular integrantes de organização voltada à prática dos crimes de extorsão mediante sequestro majorado, receptação, adulteração de veículo automotor, uso de documento falso e tortura.

Até a última atualização desta matéria, tinham sido apreendidos dois carros de luxo, notebooks e LSD. Além disso, um dos suspeitos apreendidos é um homem residente de um flat no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Para cumprir a operação nesta terça, 35 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães foram empregados, além do apoio operacional da divisão antissequestro da Polícia Civil de São Paulo.

Todos os suspeitos presos estão sendo encaminhados à sede do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil.

BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
Operação Dirty Money do GOE - BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
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Operação Dirty Money do GOE - BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
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Operação Dirty Money do GOE - BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
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Operação Dirty Money do GOE - BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
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Carros de luxo, notebooks e LSD apreendidos - Divulgação/Polícia Civil
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Carros de luxo, notebooks e LSD apreendidos - Divulgação/Polícia Civil
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Para cumprir a operação nesta terça, 35 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães foram empregados - Divulgação/PC

A investigação, que foi assessorada pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL), teve origem com um sequestro em março deste ano, no qual o resgate foi pago em bitcoin. As criptomoedas, por sua vez, foram utilizadas pelos criminosos na aquisição de diversos itens materiais de valor, como veículos e objetos eletrônicos. 

Mais informações serão repassadas pela polícia ao decorrer do dia e a matéria será atualizada.

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