Mobilidade

Livro conta história do Recife e suas pontes

Publicação lançada pelo arquiteto José Luiz Mota Menezes mostra a importância das pontes para a mobilidade da cidade

Da editoria de Cidades
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Da editoria de Cidades
Publicado em 21/08/2014 às 8:08
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No período da dominação holandesa no Nordeste brasileiro, ao desembarcar no Recife, em 1637, Maurício de Nassau encontrou 40 casas no Bairro do Recife, um pedaço de terra de 200 metros de largura. Quando foi embora, em 1644, deixou 382 imóveis de madeira e alvenaria de tijolos, com a ocupação dos bairros de Santo Antônio e São José. A construção de uma ponte, a primeira sobre o Rio Capibaribe, facilitou esse crescimento.

“Sem as pontes, ainda estaríamos no Bairro do Recife, pois ninguém cresce se deslocando apenas de barco”, defende o arquiteto José Luiz Mota Menezes, que lançou, no fim da tarde de quartata-feira (20), na sede do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, a publicação Pontes do Recife: a construção da mobilidade.

O livro, produzido pela Bureau de Cultura e Turismo, com incentivo do Fundo Estadual de Cultura, mostra ao leitor mudanças que as pontes proporcionaram ao Recife. José Luiz também conta curiosidades, como uma ponte em Olinda (não mais existente) mais velha que a Ponte Maurício de Nassau, no Recife, que só teve a construção iniciada em 1640, ligando o bairro do Recife ao de Santo Antônio.

Com 72 páginas, o livro é acompanhado de CD com áudio-descrição, para deficientes visuais.  Dos mil exemplares, uma parte será vendida e a outra, doada a instituições públicas.

Leia mais no Caderno Cidades desta quinta-feira (21)

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