BALANÇA COMERCIAL

Balança tem superávit de US$ 1,753 bilhão na 4ª semana de junho

O resultado é 34,4% maior do que o registrado em junho de 2016, mas, em relação a maio, há uma queda de 30,4%

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Publicado em 26/06/2017 às 17:30
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O resultado é 34,4% maior do que o registrado em junho de 2016, mas, em relação a maio, há uma queda de 30,4% - FOTO: Foto: Heudes Regis/JC Imagem
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A balança comercial brasileira encerrou a quarta semana do mês de junho (19 a 25) com saldo positivo de US$ 1,753 bilhão. O resultado foi alcançando com exportações de US$ 4,880 bilhões e importações de US$ 3,126 bilhões.

Em junho, o superávit soma US$ 5,334 bilhões, com exportações de US$ 15,154 bilhões e importações de US$ 9,820 bilhões. O resultado é 34,4% maior do que o registrado em junho de 2016, mas, em relação a maio, há uma queda de 30,4%.

No ano, as exportações alcançaram US$ 103,081 bilhões e, as importações, US$ 68,722 bilhões, o que representa um saldo positivo de US$ 34,359 bilhões. Para o ano, a expectativa do governo é de um superávit de US$ 55 bilhões.

Em junho, houve alta de 24,5% nas exportações em relação ao mesmo mês do ano passado, na comparação pela média diária. Cresceram as vendas nas três categorias de produtos - básicos (31,9%, de US$ 355,3 milhões para US$ 468,8 milhões), semimanufaturados (28,7%, de US$ 111,1 milhões para US$ 142,9 milhões) e manufaturados (14,2%, de US$ 277,0 milhões para US$ 316,4 milhões).

Aumento em venda

Ante maio deste ano, houve crescimento de 5,3% por conta do aumento na venda de produtos semimanufaturados (13,2%, de US$ 126,3 milhões para US$ 142,9 milhões), básicos (6,3%, de US$ 441,1 milhões para US$ 468,8 milhões) e manufaturados (1,3%, de US$ 312,4 milhões para US$ 316,4 milhões).

Já nas importações, a alta foi de 5,7% em relação a junho de 2016, com aumento principalmente das compras de bebidas e álcool (204,2%), combustíveis e lubrificantes (63,1%), adubos e fertilizantes (39,6%), plásticos e obras (25,4%) e veículos automóveis.

Em relação a maio deste ano, o crescimento foi de 11,3%, com aumento nas compras de adubos e fertilizantes (68,7%), combustíveis e lubrificantes (33,2%), instrumentos de ótica e precisão (19,1%), equipamentos mecânicos (13,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (7,1%).

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