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Eleições 2022

Pesquisa Ipespe: maioria dos eleitores se define como centro-direita ou direita

JAMILDO MELO
JAMILDO MELO
Publicado em 03/11/2021 às 12:18
Notícia
Foto: EBC
O número maior de substituições aconteceu, assim como nos boletins da manhã e do início da tarde, em Jaboatão dos Guararapes, município da Região Metropolitana do Recife, que teve 13 urnas substituídas - FOTO: Foto: EBC
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Antônio Lavareda destaca, na mais recente pesquisa nacional do Ipespe, que o eleitorado que se autoclassifica como de centro-direita mais direita vem à frente (35%), seguido do eleitorado de centro-esquerda mais esquerda (24%). Depois, aparece os eleitores do Centro, com 9%.

Dos eleitores de Lula, 44% se declaram de esquerda ou centro esquerda, enquanto que 75% dos que manifestam intenção de voto em Bolsonaro se dizem de direita ou centro-direita. Não souberam se autoposicionar 32% dos entrevistados.

Segundo a pesquisa, 44% já teriam decidido seu voto.

Os demais dizem que o farão em diferentes momentos, sendo que 10% declaram que “somente vai decidir no dia da eleição”.

Os eleitores de Bolsonaro são os mais decididos (66%), ao passo que 45% dos que declaram intenção de voto em Lula já teriam tomado essa decisão. O levantamento também aponta 65% dos eleitores muito interesssados (50%) ou com algum interesse (15%) no processo de escolha do próximo Presidente.

Como anda o espaço da terceira via?

55% dos eleitores citam um dos dois líderes na espontânea (LULA, 31% E BOLSONARO, 24%).

"Então, teoricamente, nesse momento, 45% são mais suscetíveis a serem “disputados” pelos candidatos alternativos, em especial o contingente que rejeita a dupla master. O problema é que o “alistamento” segue desenfreado. Já foram apresentados 10 nomes. E deve-se notar que em geral com muito boa qualificação. Mas é um denominador que inviabiliza o resultado, qualquer que seja o numerador disponível. Na verdade, a dificuldade real não é o número de postulantes. Nas últimas primárias democratas, ano passado, nos EUA, foram 29 os concorrentes. Mas eram de um só partido e competiam dentro de um mecanismo do qual só um nome emergiria. Aqui não. Em um contexto partidário fragmentado pelo voto proporcional de lista aberta, tudo dependerá de uma eventual capacidade, extraordinária, de coordenação das legendas e dos pré-candidatos. Aguardemos o que ocorrerá", afirma.

 

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