Socorro municipal

Osmar Ricardo pede a João Campos antecipação do AME Carnaval para artistas, agremiações e trabalhadores do comércio informal

Através de requerimento, vereador solicita auxílio à cadeia artística e adoção de medidas de amparo ao setor cultural que será mais uma vez atingido pelas restrições sociais impostas pela pandemia

Jamildo Melo
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Jamildo Melo
Publicado em 10/01/2022 às 12:22 | Atualizado em 10/01/2022 às 18:57
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Vereador Osmar Ricardo - FOTO: Divulgação
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Nesta segunda (10/01), o vereador Osmar Ricardo (PT) protocolou requerimentos solicitando à Prefeitura do Recife antecipação do pagamento do AME Carnaval 2022 para toda classe artística e inclusão dos trabalhadores do comércio informal no benefício e a contratação dos artistas para apresentações on-line a serem disponibilizadas gratuitamente no site da Prefeitura.

Ele disse que todas essas medidas buscam diminuir os impactos do adiamento do Carnaval para a cadeia produtiva do setor.

“Compreendemos que o Poder Público Municipal tem a missão de socorrer os fazedores e fazedoras da nossa cultura e o setor produtivo que ficarão mais um ano sem realizar suas atividades carnavalescas devido às restrições sanitárias impostas pela Pandemia”, disse o parlamentar.

Comércio Informal

"Os trabalhadores do comércio informal não possuem renda fixa, não realizaram suas atividades laborais durante as prévias carnavalescas e seguem impedidos de retirar seu sustento diante do cancelamento da festividade. Nesse sentido, esses comerciantes devem ser incluídos no auxílio à cadeia produtiva da Festa de Momo", defendeu.

Da mesma forma com artistas, Técnicos/as e Agremiações.

"Considerando os irreparáveis impactos do adiamento do Carnaval para o setor, é necessário que a Prefeitura do Recife viabilize, em diálogo com toda a cadeia artística, uma agenda de amparo e mitigação dos impactos para a cadeia produtiva cultural mais uma vez atingida pelas restrições sociais. Nesse sentido, sugerimos medidas, como as apresentações on-line, objetivando manter viva a nossa cultura além de empregar os trabalhadores e trabalhadoras do corpo técnico também impactados com o adiamento do Carnaval".

“Defendemos o Carnaval democrático para todos e todas, por isso somos contra a "Camarotização da Folia” que exclui o folião que não pode comprar um ingresso de um camarote ou festa privada. Nossa Cidade é mundialmente conhecida pelo Carnaval Multicultural, Popular, Democrático e Descentralizado. Aqui os foliões não pagam ingresso para se divertir e quem mora nas comunidades assiste ao mesmo show do Marco Zero na frente de casa. Também reafirmamos o respeito aos protocolos sanitários em vigor e compreendemos que os indicadores de saúde devem continuar norteando as decisões tomadas pelo Poder Executivo”, afirmou.

 

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