ELEIÇÕES 2022

Gabinete do ódio quer ferramenta para invadir computadores e celulares desligados, diz portal

Ferramenta seria objetivo do grupo paralelo para eleições 2022

Augusto Tenório
Augusto Tenório
Publicado em 17/01/2022 às 9:46
CÂMARA DE VEREADORES DO RIO DE JANEIRO
Bolsonaro já deixou claro que Carlos vai manter a comunicação digital sob seu controle - FOTO: CÂMARA DE VEREADORES DO RIO DE JANEIRO
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De acordo com informações dos jornalistas Jamil Chade e Lucas Valença (UOL), integrante do chamado "gabinete do ódio" utilizou evento de tecnologia realizado em Dubai para munir seu grupo com a mais nova tecnologia espiã. O homem, não identificado pelo portal, teria tentado comprar uma ferramenta chamada DarkMatter.

Segundo o site, diversas empresas estavam reunidas num evento chamado Dubai AirShow, realizada na cidade localizada nos Emirados Árabes Unidos. Na feira, realizada em novembro último, um integrante do gabinete do ódio teria se aproximado stand de Israel.

Seu interesse seria a compra da ferramenta espiã, visando municiar o grupo paralelo com a tecnologia neste ano eleitoral. A fonte do portal fazia parte da comitiva presidencial, que acompanhou Jair Bolsonaro (PL) na inauguração do "pavilhão Brasil".

O integrante do "gabinete do ódio" seria integrante da comitiva e reconhecido como perito em inteligência e contrainteligência. Ele seria próximo ao vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos).

A ferramenta em questão foi desenvolvida por programadores israelenses da empresa DarkMatter para invadir celulares e computadores dos alvos, mesmo com os aparelhos desligados. Outros integrantes do "gabinete do ódio" estariam tentando obter outras ferramentas espiãs com a empresa Pollus Tech.

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