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confusão

Mulher 'perde' cadeira em ônibus para tonéis com sêmen de boi

O fato aconteceu na última quarta-feira (27) e indignou os passageiros que estavam no momento do embarque

Raianne Romão
Raianne Romão
Publicado em 01/11/2021 às 15:10 | Atualizado em 31/12/1969 às 21:00
Reprodução/Arquivo pessoal/Mirna Dias
"Muito mal educada, ela [a funcionária] disse que os tonéis eram de sêmen de boi e valiam milhões [de reais] e que tinham que ir para Palmas, que ou as pessoas iam lá em cima ou remarcavam a passagem", contou o filho de uma das passageiras. - FOTO: Reprodução/Arquivo pessoal/Mirna Dias
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Mirna Dias de Almeida Cruz, 50, embarcou na Rodoviária de Goiânia em um assento diferente do que comprou para chegar a Palmas, no Tocantins. O motivo? O assento que a dona de casa comprou foi ocupado por tonéis de sêmen de boi. O fato aconteceu na última quarta-feira (27).

O estudante Wedher Valeriano, 22, filho de Mirna, afirmou que denunciou, através das redes sociais, a empresa de ônibus que colocou o carregamento nos assentos de leito (mais caros que os comuns, projetados para que as pessoas possam passar longas horas de viagem dormindo), já comprados anteriormente, e remanejou os passageiros para poltronas comuns. Os clientes ficaram indignados com a situação.

Segundo o rapaz, a confusão começou na hora do embarque, no momento em que os passageiros viram os tonéis sendo colocados nas cadeiras que haviam comprado e chamaram uma responsável da empresa.

“Muito mal educada, ela [a funcionária] disse que os tonéis eram de sêmen de boi e valiam milhões [de reais] e que tinham que ir para Palmas, que ou as pessoas iam lá em cima ou remarcavam a passagem”, contou o Wedher.

Além disso, o estudante disse que os passageiros chegaram a chamar a Polícia Militar no local, porém não conseguiram resolver a situação.

Wedher fez uma reclamação para a empresa. Porém, até às 9h30 da manhã desta segunda-feira (1), nem ele ou sua mãe receberam qualquer retorno sobre possibilidade de reembolso ou pedido de desculpas pelo tumulto.

O que disse a Rodoviária de Goiânia e a empresa de transporte?

A Rodoviária de Goiânia afirmou que, em situações semelhantes, os passageiros podem procurar órgãos reguladores que possuam guichês no terminal e que estes funcionam entre 8h e 23h.

Se a viagem for interestadual, o cliente deve procurar o guichê da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Caso a viagem seja intermunicipal, o passageiro pode ir no guichê da Agência Goiana de Regulação (AGR).

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