Prevenção

Governo pretende ampliar medidas para assistência contra o coronavírus no Brasil

Governo deverá ampliar horário de atendimento dos postos de saúde e preencher vagas pelo programa ''Mais Médicos''

JC
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Publicado em 06/03/2020 às 23:30
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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, e o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, divulgam dados atualizados sobre a situação do novo Coronavírus no país. - FOTO: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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Com informações do Ministério da Saúde

Na próxima segunda-feira (9), o governo federal, através do Ministério da Saúde, deverá anunciar medidas para reforçar a assistência hospitalar no enfrentamento ao coronavírus no Brasil. Os primeiros reforços serão na Atenção Primária, a porta de entrada para receber os pacientes no SUS, para evitar que as pessoas procurem os hospitais em um cenário de grande circulação do coronavírus. O programa Saúde na Hora será ampliado nos municípios, aumentando as unidades de saúde que ficam abertas até às 22h ou aos finais de semana para atender à população.

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Também estão entre as ações o chamamento de médicos para o programa Mais Médicos como reforço no atendimento nas Unidades de Saúde da Família (USF); a organização da rotina de pacientes com doenças crônicas; a disponibilização da telemedicina no auxílio ao atendimento de doentes graves pelo COVID-19; e a ampliação de leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI).

“Essas medidas são típicas da organização do nosso sistema de saúde pública. Temos um país continental e precisamos nos preparar para todas as possibilidades que esse vírus possa nos trazer”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante a coletiva de imprensa, na tarde de sexta-feira (6).

Bolsonaro diz que não há motivo para pânico

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento na noite desta sexta-feira (6) para tranquilizar a população a respeito da chegada do novo coronavírus no país e convocar a população, em especial os profissionais de saúde, para um trabalho conjunto com o governo para superar a situação.

O primeiro caso foi confirmado pelo Ministério da Saúde no sábado (29) e segundo último boletim publicado hoje o país conta com 13 pacientes infectados pelo vírus e 768 casos suspeitos.

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