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MPF analisa invasão alienígena na Terra; denúncia fala em cópias de Jair Bolsonaro feitas por ETs

Segundo o autor da denúncia, as provas de que ele está falando a verdade seriam fotos do abdômen do chefe do Executivo federal, algumas com cicatrizes e outra, não

Renata Monteiro
Renata Monteiro
Publicado em 19/09/2021 às 9:25
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Reunião do CIMFP ocorreu na última quinta-feira (16) - FOTO: Reprodução/Youtube
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O Conselho Institucional do Ministério Público Federal (MPF) teve que se debruçar, na última quinta-feira (16), sobre uma pauta no mínimo inusitada durante sessão remota: a dominação da Terra por alienígenas. Na ocasião, o grupo de procuradores da República teve que analisar a denúncia feita por um homem que alegava que o planeta já teria sido invadido por criaturas extraterrestres classificadas como "reptilianos", além de outras subespécies.

Segundo o autor da denúncia, os alienígenas teriam o poder de criar cópias de seres humanos, e teriam feito isso até mesmo com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), político com mais cópias no mundo. Conforme argumentou o homem, as provas de que ele está falando a verdade seriam fotos do abdômen do chefe do Executivo federal, algumas com cicatrizes e outra, não.

Assista a partir de 1h41min:

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Solicitando uma reunião pessoal com o procurador-geral da República, Augusto Aras, para detalhar o ocorrido, o denunciante disse que recebeu todas essas informações por telepatia. Nas suas alegações, o homem também afirmou que a pandemia de covid-19 seria responsabilidade dos extraterrestres que estão ocupando a Terra, e que teria sido desenvolvida em parceria com os chineses. "Aqueles que cooperassem seriam agraciados com vida eterna", declarou.

Afirmando que o caso não possui "verossimilhança" e que não há "crimes de segurança nacional", o procurador da República de primeiro grau arquivou o processo e disse que o MPF não pode atuar nessa questão porque seus servidores "não possuem superpoderes". O relator do caso, por sua vez, contou que o autor da denúncia afirmou que o procurador que arquivou o caso teria sido preso em flagrante por tentar matá-lo após receber oferta de uma "cópia" para rejeitar os pedidos. Segundo o presidente da Comissão Institucional do MPF, Francisco Rodrigues, a acusação não é verdadeira.

Conforme informações publicadas no portal R7, o prosseguimento da denúncia foi negado por unanimidade pelo Conselho Institucional. Apesar disso, os autos foram encaminhados ao primeiro grau para análise de possíveis crimes em razão das acusações feitas ao procurador.

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