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CICLONE YAKECAN AO VIVO: o que aconteceu com o fenômeno no Brasil

Nesta quarta-feira, o Yakecan ainda continua a se espalhar pelo Sul do País, com expectativa de ventos mais fortes no estado de Santa Catarina

Lucas Moraes
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Lucas Moraes
Publicado em 18/05/2022 às 16:38 | Atualizado em 18/05/2022 às 16:39
METSUL
Ciclone já avança sobre o território da região Sul do Brasil - FOTO: METSUL
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A empresa de meteorologia METSUL usou suas redes sociais, nesta quarta-feira (18), para rebater críticas de internautas que esperavam maiores impactos em função da passagem do ciclone Yakecan no Brasil, nos estados da região Sul do País. O fenômeno tem sido registrado desde essa terça-feira (17), com ventos alcançando os 100 km/hora, além de duas mortes contabilizadas no Brasil e também no Uruguai. 

"Há críticas nesta quarta à previsão do tempo pelo ciclone. Críticas são sempre bem-vindas e legítimas desde que fundamentadas em dados objetivos. Como nossa relação com vocês do público é de transparência, analisemos o que foi previsto e o que ocorreu (ou não)", informou o METSUL. 

O serviço reforçou que havia previsão para:

"Um ciclone atípico de natureza subtropical e posteriormente tropical; que em Porto Alegre o vento, em média, ficaria entre 80 e 90 km/h com até 100 km/h no extremo Sul, e que o sistema se moveria do mar para o continente e margearia a costa gaúcha de Sul para Norte". 

Todas as previsões citadas acima, de acordo com o METSUL, ocorreram, gerando o registro de danos como queda de árvores, falta de energia e mar revolto. 

"Nossa função é prever o tempo e comunicar riscos. Decisões sobre decretar suspensão de atividades por prevenção são de competência do Poder Público dentro do sistema de Defesa Civil (municípal, estadual e federal) que possui seus próprios serviços de Meteorologia", esclareceu o serviço meteorológico. 

Nesta quarta-feira, o Yakecan ainda continua a se espalhar pelo Sul do País. Em Santa Catarina, a tempestade subtropical também pode trazer ventos perto dos 100 km/h além de mais chuva. 

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