GREVE NACIONAL

Professores da UPE aderem à Greve Nacional da Educação

Paralisação será nesta quarta-feira e é realizada em resposta aos cortes de verbas nas universidades

JC Online
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Publicado em 13/05/2019 às 14:19
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Paralisação será nesta quarta-feira e é realizada em resposta aos cortes de verbas nas universidades - FOTO: Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
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Os professores da Universidade de Pernambuco (UPE) farão paralisação na próxima quarta-feira (15). A categoria está aderindo à Greve Nacional da Educação, convocada pelas entidades da educação e centrais sindicais em resposta aos cortes de verbas anunciados pelo Ministério da Educação.

A greve do dia 15 é preparatória para a greve geral de todos os trabalhadores do país, convocadas por todas as centrais sindicais para o dia 14 de junho, como primeiro passo para derrubar a proposta de mudanças na Previdência encaminha pelo Governo Federal.

Três assembleias reuniram os professores pelo estado de Pernambuco, resultando na adesão à Greve.

A primeira assembleia aconteceu no Recife, na última quarta-feira (8), na sede do sindicato, no bairro de Santo Amaro, Área Central, contando também com a participação do Sindicato dos Servidores da UPE e do diretório central dos estudantes.

Na tarde da quarta-feira, em Garanhuns, no Agreste, a segunda assembleia teve a presença de cerca de 20 docentes e representantes do movimento estudantil. Os docentes do Campus Petrolina realizaram a terceira assembleia, na quinta-feira (9), também com a participação do Movimento Estudantil.

Durante as assembleias, foi destacado que o Governo de Pernambuco tem aplicado uma política de contingenciamento dos recursos no orçamento da UPE, prejudicando a qualidade do ensino impondo congelamento salarial dos professores e servidores.

A Greve Nacional da Educação

A Greve Nacional da Educação está mobilizando trabalhadores da educação, estudantes e comunidade escolar, em protesto contra a proposta de reforma da previdência e contra os cortes nas políticas educacionais e a possibilidade de acabar com a vinculação constitucional que assegura recursos para a educação (Fundeb e outras políticas). Diversos sindicatos já aderiram a Greve que, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação tem locais de concentração em 26 cidades do país.

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