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MPPE emite nota comentando investigação da morte do promotor em Itaíba

Com conclusão igual à do MPF, órgão afirma sua capacidade elucidativa

Do JC Online
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Publicado em 16/01/2015 às 22:46
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Após a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal na quinta-feira (15) contra os seis réus envolvidos na execução do promotor de Justiça Thiago Faria Soares, de 36 anos, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) divulgou uma nota comentando o caso. O órgão acompanhava o caso antes da federalização das investigações, que acabaram chegando às mesmas conclusões apontadas pelas instituições estaduais.

Na nota, o MPPE ressalta sua capacidade de elucidação do crime. “A conclusão do inquérito conduzido pela Polícia Federal e Ministério Público Federal atesta a capacidade investigatória do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e da Polícia Civil, cuja linha de investigação foi seguida pela Polícia Federal e MPF”, argumentou o procurador-geral de Justiça Carlos Guerra de Holanda.

Na denúncia, o MPF coloca como réus pelo homicídio do promotor e tentativa de homicídio contra Mysheva Martins, e o tio dela, Adauto Martins, cinco envolvidos: José Maria Pedro Rosendo Barbosa, José Maria Domingos Cavalcante, Antonio Cavalcante Filho, Adeildo Ferreira dos Santos e José Marisvaldo Vitor da Silva. O sexto réu, Genessy Carneiro, responderá pelo crime de favorecimento pessoal.

O promotor foi morto com tiros de espingarda calibre 12 no dia 14 de outubro de 2013, na PE-300, em Itaíba, Agreste de Pernambuco. A vítima conduzia o carro e levava a noiva, Misheva Martins, e o tio dela, Adauto Martins, que sobreviveram. Durante as investigações, surgiram diversos questionamentos contra a atuação da Polícia Civil do Estado e do MPPE, que resultaram na federalização do caso.

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